domingo, 29 de agosto de 2010
Eu...
Hoje o desespero reina, quando já não sei mais o que fazer. Já não sei, que métodos usar, já não sei mais que palavras utilizar, que gestos fazer. Já não sei quem sou! Sinto-me como se não me conhece-se, como se fosse uma estranha. Já fiz tudo o que podia, mas os recursos acabaram, já não tenho mais ponta por onde pegar. É o fim daquilo que à minutos atrás me fazia sentir viva, é o fim daquilo que vejo como felicidade. É o meu fim! Já não me conheço como eu, agora vejo-me como uma desconhecida, já não controlo os meus actos, as minhas palavras. Aquela que conhecia como felicidade, morreu quando tu deixas-te de existir na minha vida. Já fiz tudo o que estava ao meu alcance, já estou morta de tanto lutar, pelos vistos lutei em vão, porque ainda não consegui concretizar aquele que vejo como o meu maior sonho. Ver-te, olhar-te nos olhos, dizer-te olá, ouvir a tua voz e poder dizer, concretizei o meu maior sonho. Vejo a felicidade escapulir-se quando não estás, vejo cada dia a passar sempre com a esperança de te ver disponível para conversarmos. O tempo custa a passar quando não estás, o relógio parece que pára e a minha felicidade, sem qualquer explicação vai desvanecendo. Quando vejo que voltas-te, apetece-me dizer sem parar que te adoro, mesmo sem te ver, mesmo sem ouvir a tua voz, mesmo só lendo aquilo que me vais escrevendo sinto-me feliz! Corri tudo para te encontrar, obstáculos surgiram, lutas se travaram, cada dia passava, muitas vezes sem conquistas, mas eu não desisti. Fui ficando cansada, perdendo a confiança, nos outros e até mesmo em mim, já não sabia em quem acreditar, já não sabia que palavras empregar, já não sabia como explicar que precisava mesmo de saber a verdade. Ainda hoje me sinto insegura, porque depois de ter ouvido tantas mentiras, já não consigo acreditar em algumas verdades. Tento não ligar, esquecer que posso, por mais uma vez estar a ser enganada, mas, não consigo. Posso estar a ser alvo da maior mentira, mas a verdade, é que enquanto acredito nela, estou feliz. O pior é que, eu preciso de saber a verdade, acredito em ti, mas será que não estou ser arrastada para mais uma mentira? Será que não é tudo uma farsa que o meu desespero quer ver como sendo uma verdade? Será? Tenho muitas perguntas, e só uma coisa me pode levar às resposta, tento obtê-la, mas há sempre algo que me impede, há sempre um mas pelo meio. Já lutei tanto e ninguém vê isso, já lutei tanto, mas continuam a desvalorizar a minha luta com mentiras. Para mim, esta luta pode ainda não ter acabado, mas quero muito ganhá-la, quero estar contigo, dizer-te que te adoro, dizer-te pessoalmente o como és importante para mim, olhar a tua beleza e elogiar-te por ela, quero ouvir a tua voz e glorificar-te pelo teu talento. Mas para isso preciso de verdades, que não sei se já descobri. As palavras podem ser confusas, podem ter desvios pelo meio, mas neste momento não tenho outras, não tenho outra maneira de me expressar senão escrevendo. Não te quero ofender, nem magoar, luto apenas por uma verdade, por saber aquilo que sempre quis saber. Não fiques triste, nem chateada, apenas luto, por aquilo, que se tu estivesses no meu lugar também lutavas. Escrevo linhas a fio, cada palavra sai do meu coração directamente para o papel que se estende há minha frente e que aumenta sem eu dar por isso. Os dias passam e sinto-me derrotada pela mentira, ou será antes pelo vício? Sim, neste momento é isso que és para mim, um vício. Penso em ti, sem fazer nada por isso, dou por mim a chorar, por não te poder ver, por não saber se és quem penso. Quero acreditar que sim, cada vez estou mais próxima, mas será que estou mais próxima da mentira ou da verdade? Sou sincera até com quem não conheço, não tenho nada a esconder, sou quem sou, marco pela minha diferença, porque todos somos diferentes, marco por ser especial, porque todos somos especiais por sermos diferentes. Só quero a verdade, por mais dura que seja, só quero saber, se encontrei a felicidade ou se descobri uma mentira. Por favor não digas aquilo que eu quero ouvir, tira a tua máscara e sê tu própria e depois diz-me a verdade, por mais dura que seja, eu não contarei a ninguém se assim quiseres, aceitarei se disseres que mentis-te, mas não perdoarei se disseres agora que és quem eu quero que sejas e mais tarde confessares não ser quem disseste que eras, ou revelares nos teus actos a mentira que ocultas-te pelas tuas palavras. Diz-me a verdade, não queiras ser uma farsa, e fala. Se estas palavras te magoarem, tenho que te pedir desculpa, não era essa a intenção de tas ter proferido, apenas quero poder voltar a confiar em mim e sentir-me segura nesta felicidade, felicidade que não quero que seja gerada por uma mentira, mas sim por uma verdade. Se na origem desta felicidade que me fazes sentir estiver uma mentira, então, conta-me a verdade, prefiro ser infeliz, a viver baseada numa mentira.
Reencontrar a felicidade!
Às vezes a felicidade perde-se,
Como um objecto que vai e vêm,
Às vezes a felicidade desilude,
Como uma pessoa que magoa alguém!
Hoje estou feliz,
Reencontrei aquela que já não via há muito,
Talvez, porque te conheci,
Talvez porque és especial para mim!
Hoje, conheci, quem há muito esperava conhecer,
Realizei um sonho, senti-me realmente feliz,
Fizes-te com que me reencontrasse com a felicidade,
E isso deixou o meu coração a palpitar de emoção!
Procurei por ti, durante muito tempo,
Sabia que um dia te ia encontrar,
Vivi cada dia com essa esperança,
Sabia que a felicidade havia de regressar.
Trouxeste-ma e enches-te o meu coração com a tua doçura,
Encantas-te o meu rosto com o teu sorriso,
Deixando nele uma marca de felicidade,
O sorriso perdido à deriva, voltou!
O brilho que os meus olhos perderam,
Regressou, e iluminou-os como estrelas,
Tu foste a causadora de tudo isto,
Fizeste-me sentir como há muito não me sentia.
Fizes-te sorrir, como há muito não sorria!
Foste tu que trouxeste este sorriso,
que deste a cor que faltava ao meu rosto,
estes versos são para ti,
versos que podem não rimar,
podem não ser perfeitos,
mas são sentidos,
versos que arranquei do meu coração,
preenchido de felicidade oferecida por ti!
Obrigada,
Por me teres posto a sorrir,
E, especialmente por me dares a conhecer,
A verdadeira alegria que é ser feliz!
P.S:Com enormes beijinhos e muita ternura, este poema é dedicado a uma amiga, não é preciso dizer quem, pois ela sabe muito bem quem é! Beijinhos grandes, amiga!
Como um objecto que vai e vêm,
Às vezes a felicidade desilude,
Como uma pessoa que magoa alguém!
Hoje estou feliz,
Reencontrei aquela que já não via há muito,
Talvez, porque te conheci,
Talvez porque és especial para mim!
Hoje, conheci, quem há muito esperava conhecer,
Realizei um sonho, senti-me realmente feliz,
Fizes-te com que me reencontrasse com a felicidade,
E isso deixou o meu coração a palpitar de emoção!
Procurei por ti, durante muito tempo,
Sabia que um dia te ia encontrar,
Vivi cada dia com essa esperança,
Sabia que a felicidade havia de regressar.
Trouxeste-ma e enches-te o meu coração com a tua doçura,
Encantas-te o meu rosto com o teu sorriso,
Deixando nele uma marca de felicidade,
O sorriso perdido à deriva, voltou!
O brilho que os meus olhos perderam,
Regressou, e iluminou-os como estrelas,
Tu foste a causadora de tudo isto,
Fizeste-me sentir como há muito não me sentia.
Fizes-te sorrir, como há muito não sorria!
Foste tu que trouxeste este sorriso,
que deste a cor que faltava ao meu rosto,
estes versos são para ti,
versos que podem não rimar,
podem não ser perfeitos,
mas são sentidos,
versos que arranquei do meu coração,
preenchido de felicidade oferecida por ti!
Obrigada,
Por me teres posto a sorrir,
E, especialmente por me dares a conhecer,
A verdadeira alegria que é ser feliz!
P.S:Com enormes beijinhos e muita ternura, este poema é dedicado a uma amiga, não é preciso dizer quem, pois ela sabe muito bem quem é! Beijinhos grandes, amiga!
Notícias!
Olá queridos visitantes, amigos, familiares e seguidores que me têm acompanhado ao longo de todo este tempo de blog. Fico muito contente pelo facto de ao longo destes meses as visitas continuarem a aumentar de dia para dia, a olhos vistos, isso, é muito bom, porque sei que estão aí e que não escrevo em vão, mas sim para vocês, que me visitam periodicamente. Quero mandar um beijinho muito especial para duas pessoas muito queridas e muito minhas amigas que não só visitaam o blog como também o comentaram. Quero então mandar um beijinho enorme e muito especial para as minhas queridas amigas Sofia Escobar e Sara Alves de Matos.
De seguida quero dizer que não me esqueci de vocês, tenho um poema novo, intitulado: "Reencontrar a felicidade". Também gostaria de publicar um "texto poético" que escrevi ontem (28/08/2010), intitulado: "Eu...".
Em breve trato de os publicar,para que vocês os possam ler e comentar se assim quiserem.
Quero também aproveitar para dizer que daqui para a frente virei menos ao blog, darei notícias e farei novas actualizações sempre que possível, isto porque as férias de Verão estão a acabar e é hora de regressar à escola, como tal, terei de passar a vir menos ao blog. No entanto, vão passando por cá, as actualizações serão feitas!
Aproveito também para vos informar que a partir de hoje, quando vos quiser dar notícias, o título da mensagem será sempre "Notícias!", para que seja sempre possivel dintinguir as notícias dos poemas...
Um beijinho para todos vós e os meus sinceros agradecimentos pelo acompanhamento do blog. Até uma próxima e fiquem bem! :)
De seguida quero dizer que não me esqueci de vocês, tenho um poema novo, intitulado: "Reencontrar a felicidade". Também gostaria de publicar um "texto poético" que escrevi ontem (28/08/2010), intitulado: "Eu...".
Em breve trato de os publicar,para que vocês os possam ler e comentar se assim quiserem.
Quero também aproveitar para dizer que daqui para a frente virei menos ao blog, darei notícias e farei novas actualizações sempre que possível, isto porque as férias de Verão estão a acabar e é hora de regressar à escola, como tal, terei de passar a vir menos ao blog. No entanto, vão passando por cá, as actualizações serão feitas!
Aproveito também para vos informar que a partir de hoje, quando vos quiser dar notícias, o título da mensagem será sempre "Notícias!", para que seja sempre possivel dintinguir as notícias dos poemas...
Um beijinho para todos vós e os meus sinceros agradecimentos pelo acompanhamento do blog. Até uma próxima e fiquem bem! :)
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Oi pessoal!
Olá Malta!
Começo mais uma vez por agradecer a todos os que têm visitado o meu blog (que já conta com 525 visitantes até ao momento) e (como não podia deixar de ser) aos meus seguidores (que continuam a ainda não ser muitos, poucos, mas bons! hehehe). Ah! Não me posso esquecer também daqueles que votam nas sondagens e vão comentando os meus poemas, um muito obrigada a todos!
E depois dos agradecimentos vêm as notícias: Queria mais uma vez pedir desculpa por últimamente não ter actualizado o blog, mas, estejam descansados, o blog não vai ser cancelado, vai continuar, e para vos provar isso já publiquei, hoje, um novo poema, "Nem sempre, nem nunca" (espero que gostem). Não posso adiantar mais nada de momento,por isso muitos beijinhos e abraços a todos,
Ana Filipa!
P.S: Logo que tenha oportunidade passo por cá, para ir dando notícias e postar novos poemas entretanto escritos!E não se esqueçam sejam felizes!E vivam a vida, para que o tempo não se escape pela janela! Beijinhos!
Começo mais uma vez por agradecer a todos os que têm visitado o meu blog (que já conta com 525 visitantes até ao momento) e (como não podia deixar de ser) aos meus seguidores (que continuam a ainda não ser muitos, poucos, mas bons! hehehe). Ah! Não me posso esquecer também daqueles que votam nas sondagens e vão comentando os meus poemas, um muito obrigada a todos!
E depois dos agradecimentos vêm as notícias: Queria mais uma vez pedir desculpa por últimamente não ter actualizado o blog, mas, estejam descansados, o blog não vai ser cancelado, vai continuar, e para vos provar isso já publiquei, hoje, um novo poema, "Nem sempre, nem nunca" (espero que gostem). Não posso adiantar mais nada de momento,por isso muitos beijinhos e abraços a todos,
Ana Filipa!
P.S: Logo que tenha oportunidade passo por cá, para ir dando notícias e postar novos poemas entretanto escritos!E não se esqueçam sejam felizes!E vivam a vida, para que o tempo não se escape pela janela! Beijinhos!
Nem sempre, nem nunca...
O que é o tempo?
Um coisa? Um ser?
Será um passatempo?
Será o luar ou o amanhecer?
Afinal o que significa esta palavra?
Chamamos-lhe tempo,
porque não temos outro nome para lhe dar,
mas afinal o que significa? O que é?
No dicionário é indefinido,
na nossa vida é limitado,
o tempo é escasso,
se for mal aproveitado.
Nem sempre há tempo para tudo,
ficam coisas por fazer e dizer,
coisas por remediar,
a vida é uma passagem, para aprender e viver!
Há uma primeira vez para tudo,
no nosso livro, que se chama vida, está a nossa história,
repleta de experiências e linhas traçadas,
metas e barreiras, a pouco e pouco superadas!
Na vida, há tempo, se o aproveitarmos ao máximo,
se não o disperdiçar-mos com brigas, ódios e solidão,
na vida o tempo cura, mas não apaga, esconde mas não faz desaparecer,
porque o coração grava tudo aquilo que o tempo nos permitiu viver!
Nem sempre, nem nunca,
nem sempre se pode ter sorte,
nem nunca se pode ter azar,
nem sempre se pode ter tempo,
se a nossa vida esquecermos de gozar!
Um coisa? Um ser?
Será um passatempo?
Será o luar ou o amanhecer?
Afinal o que significa esta palavra?
Chamamos-lhe tempo,
porque não temos outro nome para lhe dar,
mas afinal o que significa? O que é?
No dicionário é indefinido,
na nossa vida é limitado,
o tempo é escasso,
se for mal aproveitado.
Nem sempre há tempo para tudo,
ficam coisas por fazer e dizer,
coisas por remediar,
a vida é uma passagem, para aprender e viver!
Há uma primeira vez para tudo,
no nosso livro, que se chama vida, está a nossa história,
repleta de experiências e linhas traçadas,
metas e barreiras, a pouco e pouco superadas!
Na vida, há tempo, se o aproveitarmos ao máximo,
se não o disperdiçar-mos com brigas, ódios e solidão,
na vida o tempo cura, mas não apaga, esconde mas não faz desaparecer,
porque o coração grava tudo aquilo que o tempo nos permitiu viver!
Nem sempre, nem nunca,
nem sempre se pode ter sorte,
nem nunca se pode ter azar,
nem sempre se pode ter tempo,
se a nossa vida esquecermos de gozar!
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Olá amigos!
Olá Malta!
Desde já quero agradecer a todos os que têm visitado o meu blog e aos meus seguidoes (que ainda não são muitos). Depois dos agradecimentos vêm as notícias base: queria pedir desculpa por últimamente não ter colocado nenhum poema novo, posso adiantar que é por uma boa causa e que em breve vocês terão novas informações à cerca desta "boa causa", por agora, nada mais posso adiantar-vos, beijinhos e abraços a todos,
Ana Filipa!
P.S: Logo que tenha oportunidade passo por cá, para dar notícias e postar novos poemas entretanto escritos! Sejam felizes!
Desde já quero agradecer a todos os que têm visitado o meu blog e aos meus seguidoes (que ainda não são muitos). Depois dos agradecimentos vêm as notícias base: queria pedir desculpa por últimamente não ter colocado nenhum poema novo, posso adiantar que é por uma boa causa e que em breve vocês terão novas informações à cerca desta "boa causa", por agora, nada mais posso adiantar-vos, beijinhos e abraços a todos,
Ana Filipa!
P.S: Logo que tenha oportunidade passo por cá, para dar notícias e postar novos poemas entretanto escritos! Sejam felizes!
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Força para lutar...
Hoje sinto que estou sem jeito,
o meu mundo virou-se de pernas para o ar,
o coração luta contra o peito,
como se quisesse saltar...
Apetece-me gritar...
desprender tudo aquilo que luto para não soltar...
deixar sair cá para fora tudo sem ter medo de magoar...
deixar de me cansar com lutas que não são minhas, parar...
Descansar das batalhas por que passei...
descansar do sofrimento...
das lutas que arduamente conquistei...
parar por um segundo sem ser atacada no próximo momento...
Pensar no tempo que passou...
nas marcas gravadas em mim...
nos barcos que o mar afundou,
no tempo que ainda falta para o fim...
Estancar o sangue, que corre dos ferimentos,
Lembrar a montanha que ainda está por escalar...
Acalmar as ideias que confundem os meus pensamentos...
pensar que tudo podia ser pior se eu não tivesse esta força para lutar!
o meu mundo virou-se de pernas para o ar,
o coração luta contra o peito,
como se quisesse saltar...
Apetece-me gritar...
desprender tudo aquilo que luto para não soltar...
deixar sair cá para fora tudo sem ter medo de magoar...
deixar de me cansar com lutas que não são minhas, parar...
Descansar das batalhas por que passei...
descansar do sofrimento...
das lutas que arduamente conquistei...
parar por um segundo sem ser atacada no próximo momento...
Pensar no tempo que passou...
nas marcas gravadas em mim...
nos barcos que o mar afundou,
no tempo que ainda falta para o fim...
Estancar o sangue, que corre dos ferimentos,
Lembrar a montanha que ainda está por escalar...
Acalmar as ideias que confundem os meus pensamentos...
pensar que tudo podia ser pior se eu não tivesse esta força para lutar!
sábado, 31 de julho de 2010
Um dia...
Um dia... senti-me estranho...
senti... que a vida me cria falhar...
que o chão me estava a escapar por debaixo dos pés,
que os meus alicerces tinham desmoronado...
Parei... e pensei: Será que está na minha hora?
A vida é uma passagem... curta ou longa... mas é...
ninguém é eterno e se há coisa certa é a morte...
mas nem sempre a morte nos leva na melhor altura...
muitas vezes... ficam coisas por dizer...
ficam momentos por viver...
ficam erros para remediar...
fica meio mundo para apreciar...
fica muita coisa...mais do que vai...
Luto cada dia para chegar ao meu objectivo...
mas quando a luta é muito intensa cansa,
mas não me pára...
hoje sei que lutei para chegar até aqui,
lutei, e felizmente venci... até agora!
Ultrapassei obstáculos... dias de sol e de chuva,
mas alcancei finalmente o meu objectivo.
Marquei pessoas e fui marcado,
deixei e segui rastos...
cheguei há felicidade...
Não me lembro de ter deixado nada por dizer,
nada por fazer,
nenhuma batalha por lutar...
Hoje recordo momentos,
através das muitas recordações que tenho impressas no meu coração,
recordo dias muito felizes e dias muito tristes...
dias de vitórias e derrotas...
recordo pessoas e sei que também hei-de ser recordado...
Não posso sair sempre vencedor...
mas sei que sempre lutei para isso,
hoje fui vencido pela morte...
mas fui recordado pela pessoa que fui em vida...
aquele que estava sempre disposto a viver e a lutar...
aquele que estava sempre pronto para a brincadeira...
aquele que não tinha medo de enfrentar as batalhas...
aquele que estava sempre pronto para uma boa "Conversa da Treta"...
Aquele que deixou na terra um rasto...
com um nome pelo meio...
é assim que te recordo... meu caro Senhor...António Feio...
senti... que a vida me cria falhar...
que o chão me estava a escapar por debaixo dos pés,
que os meus alicerces tinham desmoronado...
Parei... e pensei: Será que está na minha hora?
A vida é uma passagem... curta ou longa... mas é...
ninguém é eterno e se há coisa certa é a morte...
mas nem sempre a morte nos leva na melhor altura...
muitas vezes... ficam coisas por dizer...
ficam momentos por viver...
ficam erros para remediar...
fica meio mundo para apreciar...
fica muita coisa...mais do que vai...
Luto cada dia para chegar ao meu objectivo...
mas quando a luta é muito intensa cansa,
mas não me pára...
hoje sei que lutei para chegar até aqui,
lutei, e felizmente venci... até agora!
Ultrapassei obstáculos... dias de sol e de chuva,
mas alcancei finalmente o meu objectivo.
Marquei pessoas e fui marcado,
deixei e segui rastos...
cheguei há felicidade...
Não me lembro de ter deixado nada por dizer,
nada por fazer,
nenhuma batalha por lutar...
Hoje recordo momentos,
através das muitas recordações que tenho impressas no meu coração,
recordo dias muito felizes e dias muito tristes...
dias de vitórias e derrotas...
recordo pessoas e sei que também hei-de ser recordado...
Não posso sair sempre vencedor...
mas sei que sempre lutei para isso,
hoje fui vencido pela morte...
mas fui recordado pela pessoa que fui em vida...
aquele que estava sempre disposto a viver e a lutar...
aquele que estava sempre pronto para a brincadeira...
aquele que não tinha medo de enfrentar as batalhas...
aquele que estava sempre pronto para uma boa "Conversa da Treta"...
Aquele que deixou na terra um rasto...
com um nome pelo meio...
é assim que te recordo... meu caro Senhor...António Feio...
quinta-feira, 8 de julho de 2010
Ser ou não ser? Fazer ou não fazer?
Ser ou não ser? Fazer ou não fazer?
Arriscar ou jogar pelo seguro?
Lutar ou esquecer?
Ficar ou saltar pelo muro?
Fugir das interrogações, desfalecer,
deixar de sonhar, baixar os braços, encontrar-nos no escuro,
ver um mundo de outra perspectiva, não querer saber,
actos irresponsáveis de tempos em que estamos a sofrer,
nos nossos olhos lêem-se tristezas amargas,
no nosso rosto passa um anúncio às lágrimas,
a nossa mente está perdida, à deriva,
estamos inconscientes, a sensação de dor vence,
não há quem ou algo que nos faça voltar a sorrir,
vemos que de um momento para o outro podemos partir,
partir, para longe, para um sítio que ainda muitos não conhecem,
é aí que vemos que temos de tomar uma posição, tomar comando da vida, já que não o fizemos mais cedo...
porque a vida é das poucas coisas que podemos dizer sem duvidar,
que nos pertence, a vida é um rumo, um caminho desnivelado,
uma estrada com altos e baixos que após iniciada,
tem de ser percorrida...
enquanto percorremos esta estrada muitas coisas surgem,
obstáculos, libertações, regras, deveres, obrigações, direitos,
mas nada faz sentido se não lutarmos pela felicidade,
se cumprir-mos tudo à letra e nos esquecer-mos de viver,
sim, porque viver não é só estar vivo, é também ser feliz,
saber tirar proveito da vida, saber explorá-la,
saber tomar decisões, saber alcançar,
saber vencer e ser vencido,
saber tirar partido dos bons momentos e aprender com os maus,
saber enfrentar os desgostos, os "baixos" que todas as vidas têm.
Saber viver com o que se tem, não querer para além das possibilidades,
mas é claro, lutar para atingir, lutar sempre por melhorar,
mas de uma forma correcta,
porque lutar para ter dinheiro e tudo o que queremos,
sem olhar a fins para atingir os meios,
não é lutar para ser feliz... é lutar pela solidão e pelo desprezo,
é lutar pela infelicidade...
Arriscar ou jogar pelo seguro?
Lutar ou esquecer?
Ficar ou saltar pelo muro?
Fugir das interrogações, desfalecer,
deixar de sonhar, baixar os braços, encontrar-nos no escuro,
ver um mundo de outra perspectiva, não querer saber,
actos irresponsáveis de tempos em que estamos a sofrer,
nos nossos olhos lêem-se tristezas amargas,
no nosso rosto passa um anúncio às lágrimas,
a nossa mente está perdida, à deriva,
estamos inconscientes, a sensação de dor vence,
não há quem ou algo que nos faça voltar a sorrir,
vemos que de um momento para o outro podemos partir,
partir, para longe, para um sítio que ainda muitos não conhecem,
é aí que vemos que temos de tomar uma posição, tomar comando da vida, já que não o fizemos mais cedo...
porque a vida é das poucas coisas que podemos dizer sem duvidar,
que nos pertence, a vida é um rumo, um caminho desnivelado,
uma estrada com altos e baixos que após iniciada,
tem de ser percorrida...
enquanto percorremos esta estrada muitas coisas surgem,
obstáculos, libertações, regras, deveres, obrigações, direitos,
mas nada faz sentido se não lutarmos pela felicidade,
se cumprir-mos tudo à letra e nos esquecer-mos de viver,
sim, porque viver não é só estar vivo, é também ser feliz,
saber tirar proveito da vida, saber explorá-la,
saber tomar decisões, saber alcançar,
saber vencer e ser vencido,
saber tirar partido dos bons momentos e aprender com os maus,
saber enfrentar os desgostos, os "baixos" que todas as vidas têm.
Saber viver com o que se tem, não querer para além das possibilidades,
mas é claro, lutar para atingir, lutar sempre por melhorar,
mas de uma forma correcta,
porque lutar para ter dinheiro e tudo o que queremos,
sem olhar a fins para atingir os meios,
não é lutar para ser feliz... é lutar pela solidão e pelo desprezo,
é lutar pela infelicidade...
sexta-feira, 25 de junho de 2010
Sondagem do blog!
Bem pessoal, a sondagem terminou e como tal é hora de revelar o veredicto final...
O que acha deste blog e do seu conteúdo? É a grande pergunta que eu coloquei aos visitantes do blog, dos que votaram, 14 disseram que achavam Muito Interessante, 3 disseram que era Interessante e 2 manifestaram-se negativamente e disseram que era muito desinteressante...e dos 260 visitantes foram só estes aqueles que se manifestaram através da sondagem...
Bem são estes os resultados... entretanto vou iniciar uma nova sondagem, agora que o blog tem um novo aspecto e novos poemas...
Beijinhos e muito, muito obrigada pela visita,
Ana Filipa Batista!
O que acha deste blog e do seu conteúdo? É a grande pergunta que eu coloquei aos visitantes do blog, dos que votaram, 14 disseram que achavam Muito Interessante, 3 disseram que era Interessante e 2 manifestaram-se negativamente e disseram que era muito desinteressante...e dos 260 visitantes foram só estes aqueles que se manifestaram através da sondagem...
Bem são estes os resultados... entretanto vou iniciar uma nova sondagem, agora que o blog tem um novo aspecto e novos poemas...
Beijinhos e muito, muito obrigada pela visita,
Ana Filipa Batista!
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Saudade...
A vida é uma caixinha de surpresas,
nem sempre nos deixa viver como gostávamos,
nem sempre nos deixa ter por perto quem queremos,
nem sempre nos deixa dizer aquilo que nos apetece...
Muitas vezes sentimos a falta de alguém,
ou porque faleceu, ou porque está longe de nós,
mas quando temos essa pessoa por perto perdemo-la,
sim, perdemo-la, com palavras rígidas, com gestos cruéis,
com desprezo, como que a dizer que não nos faz falta...
O pior é quando ela não está presente,
é aí que lhes damos valor, é aí que vê-mos que errámos,
é aí que um vazio, preenche o nosso coração,
um vazio profundo que nos entristece.
A esse vazio damos o nome de saudade...
Hoje estou triste, porque não tenho ao pé de mim, uma pessoa muito especial,
sinto a sua falta, sinto falta das suas palavras carinhosas,
dos seus gestos humildes, de tudo...
Sinto falta... das nossas guerras, dos nossos desacertos,
mas apesar de tudo sinto falta de viver feliz como quando a tinha por perto.
No meu coração guardo cada gesto seu, cada olhar,
é como se estivesse a guardá-los numa caixinha de recordações,
na verdade não é assim tão fácil, como parece,
sem eu dar conta essa caixa de recordações está sempre aberta,
porque essa pessoa é como um alicerce, é um dos meus suportes,
é quem é, e para mim é muito, muito especial...
A saudade atinge o meu coração,
mas não deixo que ela varra a minha alma,
porque a minha vida tem de continuar,
no entanto eu sei, que nunca me vou esquecer,
desta pessoa que tão especial revelou ser (para mim)!
nem sempre nos deixa viver como gostávamos,
nem sempre nos deixa ter por perto quem queremos,
nem sempre nos deixa dizer aquilo que nos apetece...
Muitas vezes sentimos a falta de alguém,
ou porque faleceu, ou porque está longe de nós,
mas quando temos essa pessoa por perto perdemo-la,
sim, perdemo-la, com palavras rígidas, com gestos cruéis,
com desprezo, como que a dizer que não nos faz falta...
O pior é quando ela não está presente,
é aí que lhes damos valor, é aí que vê-mos que errámos,
é aí que um vazio, preenche o nosso coração,
um vazio profundo que nos entristece.
A esse vazio damos o nome de saudade...
Hoje estou triste, porque não tenho ao pé de mim, uma pessoa muito especial,
sinto a sua falta, sinto falta das suas palavras carinhosas,
dos seus gestos humildes, de tudo...
Sinto falta... das nossas guerras, dos nossos desacertos,
mas apesar de tudo sinto falta de viver feliz como quando a tinha por perto.
No meu coração guardo cada gesto seu, cada olhar,
é como se estivesse a guardá-los numa caixinha de recordações,
na verdade não é assim tão fácil, como parece,
sem eu dar conta essa caixa de recordações está sempre aberta,
porque essa pessoa é como um alicerce, é um dos meus suportes,
é quem é, e para mim é muito, muito especial...
A saudade atinge o meu coração,
mas não deixo que ela varra a minha alma,
porque a minha vida tem de continuar,
no entanto eu sei, que nunca me vou esquecer,
desta pessoa que tão especial revelou ser (para mim)!
quarta-feira, 23 de junho de 2010
A amizade é algo especial!
A amizade é um sentimento especial,
Só se sente por quem nos marca.
Na vida fazemos amizades,
Umas boas, outras menos boas,
Mas todas elas têm algo em comum,
A envolvência de dois ou mais seres vivos,
Seres que sentem na pele os erros que cometem,
Por isso a amizade também se sente,
Mas num sítio diferente,
A amizade sente-se no coração.
Quando o fogo é grande nada o apaga,
Assim acontece com a amizade,
Por mais que aconteça… nada a demove.
A amizade é algo que deixa em cada um de nós uma marca,
Um gesto, uma palavra, um brilho no olhar…
Cada amigo é uma pérola preciosa,
Cada amigo é um tesouro para descobrir,
Cada amigo é diferente,
Cada amigo sente afecto,
Cada amigo é algo inexplicável!
A vida é um ciclo,
Assim como se nasce, morre-se,
Assim como se é bebé é se adulto,
Assim como se é amigo, continua-se a ser amigo!
Por mais reviravoltas que este ciclo nos obrigue a dar,
Há uma coisa que eu vou ter sempre disponível para ti,
A minha amizade, com ela, tu podes sempre contar!
Marcaste-me com o teu jeito de ser, a tua forma de falar,
Disseste-me palavras para me aconselhar,
Foste incansável, tenho de te glorificar!
És uma pessoa espectacular,
Tens defeitos como todas as outras,
Por mais brigas que tenhamos tido,
Sempre me vou lembrar de ti,
O destino pode-nos separar,
Mas a nossa amizade trata de nos juntar!
O caminho pode ser outro,
A estrada pode ser mais curva ou mais recta,
Os destinos podem ser desiguais,
Mas uma coisa é certa,
Dos momentos contigo passados,
Eu nunca me esquecerei…
É bom fazer novos amigos,
Mas é bom não esquecer os velhos,
podes ter a certeza que no meu coração vai haver sempre um lugar para ti,
Por mais amigos que faça, por mais voltas que dê,
Para mim serás sempre aquela amiga especial da qual eu nunca me esquecerei…
Só se sente por quem nos marca.
Na vida fazemos amizades,
Umas boas, outras menos boas,
Mas todas elas têm algo em comum,
A envolvência de dois ou mais seres vivos,
Seres que sentem na pele os erros que cometem,
Por isso a amizade também se sente,
Mas num sítio diferente,
A amizade sente-se no coração.
Quando o fogo é grande nada o apaga,
Assim acontece com a amizade,
Por mais que aconteça… nada a demove.
A amizade é algo que deixa em cada um de nós uma marca,
Um gesto, uma palavra, um brilho no olhar…
Cada amigo é uma pérola preciosa,
Cada amigo é um tesouro para descobrir,
Cada amigo é diferente,
Cada amigo sente afecto,
Cada amigo é algo inexplicável!
A vida é um ciclo,
Assim como se nasce, morre-se,
Assim como se é bebé é se adulto,
Assim como se é amigo, continua-se a ser amigo!
Por mais reviravoltas que este ciclo nos obrigue a dar,
Há uma coisa que eu vou ter sempre disponível para ti,
A minha amizade, com ela, tu podes sempre contar!
Marcaste-me com o teu jeito de ser, a tua forma de falar,
Disseste-me palavras para me aconselhar,
Foste incansável, tenho de te glorificar!
És uma pessoa espectacular,
Tens defeitos como todas as outras,
Por mais brigas que tenhamos tido,
Sempre me vou lembrar de ti,
O destino pode-nos separar,
Mas a nossa amizade trata de nos juntar!
O caminho pode ser outro,
A estrada pode ser mais curva ou mais recta,
Os destinos podem ser desiguais,
Mas uma coisa é certa,
Dos momentos contigo passados,
Eu nunca me esquecerei…
É bom fazer novos amigos,
Mas é bom não esquecer os velhos,
podes ter a certeza que no meu coração vai haver sempre um lugar para ti,
Por mais amigos que faça, por mais voltas que dê,
Para mim serás sempre aquela amiga especial da qual eu nunca me esquecerei…
sábado, 19 de junho de 2010
........................... Aviso 2 ................................
Bem malta, apesar de as publicações de poemas serem frequentes o tempo era pouco e às vezes lá escapavam uns erros ortográficos, agora a escola terminou, é altura das férias grandes, por isso vou aproveitar para fazer algumas melhoramentos e correcções, nomeadamente no que toca a erros de ortografia!
Beijinhos,
Ana Filipa Batista...
Beijinhos,
Ana Filipa Batista...
sábado, 12 de junho de 2010
Aviso:
A sondagem do blog está a acabar, por isso visitantes apressem-se a votar, expressem a vossa opinião em relação a este blog! Ainda não fui espreitar o resultado dos votos apurados, mas... a curiosidade é muita, no entanto vou aguardar pelo encerramento da sondagem para ver o que vocês têm achado desta experiência!
Beijinhos para todos,
Ana Filipa! :)
Beijinhos para todos,
Ana Filipa! :)
2 anos inesquecíveis...
Foi no dia 17 de Setembro de 2008,
ainda me lembro como se fosse hoje,
foi neste dia que me reencontrei,
foi nesta data que conheci uma das melhores pessoas de sempre,
a minha Directora de Turma, professora Ana Vicente,
a mudança do 4º para o 5º ano foi radical,
conheci novas pessoas, pessoas que me marcaram profundamente,
foi já há dois anos, desde esta data vivemos como uma família,
a nossa turma, 6ºA, é a melhor turma de sempre,
foram dois anos de experiências maravilhosas,
recordações imensas, muitas alegrias e muita amizade,
dois anos de união, com aqueles a que quase já podíamos chamar irmãos,
dois anos em que nos fomos conhecendo cada vez melhor,
em que fomos aprendendo a viver em equipa,
a trabalhar para o mesmo fim, a sonhar para atingir,
nos momentos difíceis, abraços, palavras reconfortantes, lembranças,
nos momentos de alegria, brincadeira, sorrisos, saltos, pulos,
nas horas de aflição, uma união imensa, uma solidariedade notável,
nos dias de azar, palavras positivas, encorajadoras, amigas,
Tudo isto me marcou, o brilho dos olhos de cada um de nós,
a preguiça a cada manhã, a desilusão ou alegria na entrega dos testes,
a vitória sobre o perigo, sobre o azar, sobre o impossível...
A vida em família, com uma mãe chamada Ana Vicente com 22 filhos,
e uma casa imensamente acolhedora chamada CAIC...
Destes dois anos sobraram muitas memórias,
a cada canto da sala 6º A à uma marca nossa,
a cada canto do meu coração há uma marca do 6ºA,
já mais esquecerei os meus colegas, os meus irmãos,
os meus professores, os meus pais,
a minha sala, uma divisão da minha casa!
O que sinto é inexplicável,
custa saber que no fim de tantas aventuras juntas é hora de nos separarmos,
é hora de fazer novos amigos, é hora de subir mais um degrau na nossa vida,
custa saber que vamos deixar os nossos melhores amigos,
as lágrimas acabam por inundar o meu rosto ao recordar tudo isto,
foram tantos e tão bons os momentos que passamos em família,
no entanto a vida segue, as coisas vão mudando,
mas a amizade continua, e cresce cada vez mais!
Por mais que nos separem a amizade continua!
Juntos para sempre!
ainda me lembro como se fosse hoje,
foi neste dia que me reencontrei,
foi nesta data que conheci uma das melhores pessoas de sempre,
a minha Directora de Turma, professora Ana Vicente,
a mudança do 4º para o 5º ano foi radical,
conheci novas pessoas, pessoas que me marcaram profundamente,
foi já há dois anos, desde esta data vivemos como uma família,
a nossa turma, 6ºA, é a melhor turma de sempre,
foram dois anos de experiências maravilhosas,
recordações imensas, muitas alegrias e muita amizade,
dois anos de união, com aqueles a que quase já podíamos chamar irmãos,
dois anos em que nos fomos conhecendo cada vez melhor,
em que fomos aprendendo a viver em equipa,
a trabalhar para o mesmo fim, a sonhar para atingir,
nos momentos difíceis, abraços, palavras reconfortantes, lembranças,
nos momentos de alegria, brincadeira, sorrisos, saltos, pulos,
nas horas de aflição, uma união imensa, uma solidariedade notável,
nos dias de azar, palavras positivas, encorajadoras, amigas,
Tudo isto me marcou, o brilho dos olhos de cada um de nós,
a preguiça a cada manhã, a desilusão ou alegria na entrega dos testes,
a vitória sobre o perigo, sobre o azar, sobre o impossível...
A vida em família, com uma mãe chamada Ana Vicente com 22 filhos,
e uma casa imensamente acolhedora chamada CAIC...
Destes dois anos sobraram muitas memórias,
a cada canto da sala 6º A à uma marca nossa,
a cada canto do meu coração há uma marca do 6ºA,
já mais esquecerei os meus colegas, os meus irmãos,
os meus professores, os meus pais,
a minha sala, uma divisão da minha casa!
O que sinto é inexplicável,
custa saber que no fim de tantas aventuras juntas é hora de nos separarmos,
é hora de fazer novos amigos, é hora de subir mais um degrau na nossa vida,
custa saber que vamos deixar os nossos melhores amigos,
as lágrimas acabam por inundar o meu rosto ao recordar tudo isto,
foram tantos e tão bons os momentos que passamos em família,
no entanto a vida segue, as coisas vão mudando,
mas a amizade continua, e cresce cada vez mais!
Por mais que nos separem a amizade continua!
Juntos para sempre!
A vida e o comboio!
A vida é como uma viagem,
uma viagem de comboio,
ela vai avançando,
vai percorrendo várias etapas,
etapas que cada um de nós vai vivendo,
sucessivamente e de formas diferentes,
tal como o comboio, ele vai indo pelas carruagens,
percorrendo várias estações.
Também a vida acaba por ter várias estações:
- a estação da felicidade;
- a estação da infelicidade;
- a estação do amor;
e por aí em diante.
No entanto a grande diferença entre as duas coisas é a nossa posição nelas,
enquanto que na viagem de comboio somos simplesmente passageiros,
passageiros que se sentam num banco e esperam a chegada ao destino,
na vida não é assim! Na vida temos de lutar para ser alguém,
temos de nos impor para não nos desvalorizarem,
temos de trabalhar e estudar.
No nosso comboio os passageiros são os amigos e a família,
Na nossa vida os nossos pilares são os amigos e a família!
Eles são no nosso comboio e na nossa vida pessoas indispensáveis,
pessoas que nos trazem felicidade e com as quais aprendemos,
eles são o combustível do comboio,
eles são a lenha da nossa fogueira,
eles são os mais que tudo,
eles são a nossa razão de viver!
uma viagem de comboio,
ela vai avançando,
vai percorrendo várias etapas,
etapas que cada um de nós vai vivendo,
sucessivamente e de formas diferentes,
tal como o comboio, ele vai indo pelas carruagens,
percorrendo várias estações.
Também a vida acaba por ter várias estações:
- a estação da felicidade;
- a estação da infelicidade;
- a estação do amor;
e por aí em diante.
No entanto a grande diferença entre as duas coisas é a nossa posição nelas,
enquanto que na viagem de comboio somos simplesmente passageiros,
passageiros que se sentam num banco e esperam a chegada ao destino,
na vida não é assim! Na vida temos de lutar para ser alguém,
temos de nos impor para não nos desvalorizarem,
temos de trabalhar e estudar.
No nosso comboio os passageiros são os amigos e a família,
Na nossa vida os nossos pilares são os amigos e a família!
Eles são no nosso comboio e na nossa vida pessoas indispensáveis,
pessoas que nos trazem felicidade e com as quais aprendemos,
eles são o combustível do comboio,
eles são a lenha da nossa fogueira,
eles são os mais que tudo,
eles são a nossa razão de viver!
Mágoas e dissabores da vida!
Às vezes uma palavra mal dita muda tudo,
um gesto mal intencionado,
um sentimento mal dirigido,
um impulso mal controlado,
uma tentação não resistida,
um pensar mal seguido.
Às vezes tentamos ser correctos,
tentamos não magoar,
tentamos dar a volta ás situações,
mas muitas vezes elas é que nos dão a volta,
a nós e à nossa vida,
de um momento para o outro tudo pode acabar,
de um momento para o outro, o mundo pode explodir,
de um momento para o outro podemos morrer,
de um momento para o outro tudo pode acontecer.
Queria ter sempre as melhores palavras para dizer,
mas nem sempre tenho as melhores situações para as aplicar,
queria poder viver aquilo que às vezes sonho,
mas nem sempre a vida me permite,
Queria poder dizer sempre: eu desculpo,
tal como manda um dos mandamentos,
mas ás vezes a revolta é maior,
a mágoa é superior,
o coração bate, com um sentimento de culpa,
mas... a dor é grande, é devastadora,
insuportável, maçadora,
acabo sempre por pronunciar: apesar de tudo, eu desculpo-te.
Outras vezes são os outros que me têm de desculpar,
mas... nessas alturas não vêm o meu sofrimento,
isso causa-me ainda mais dor, mais peso no coração,
mais vontade de me libertar...
Dói saber que a quem nós já perdoámos não nos perdoa a nós,
mas pior do que isso é saber que aquilo que fizemos, foi por amor,
foi na tentativa de fazer perceber que somos livres,
mas... não, não me perceberam,
acho que pensam que sou imune à dor,
mas NÃO, tal como todos, eu tenho coração!
Tento mostrá-lo mas muitos não o querem ver!
Muitos insistem em crer ver uma grande e densa pedra,
em vez de um grande coração!
É pena, mas a vida é assim!
um gesto mal intencionado,
um sentimento mal dirigido,
um impulso mal controlado,
uma tentação não resistida,
um pensar mal seguido.
Às vezes tentamos ser correctos,
tentamos não magoar,
tentamos dar a volta ás situações,
mas muitas vezes elas é que nos dão a volta,
a nós e à nossa vida,
de um momento para o outro tudo pode acabar,
de um momento para o outro, o mundo pode explodir,
de um momento para o outro podemos morrer,
de um momento para o outro tudo pode acontecer.
Queria ter sempre as melhores palavras para dizer,
mas nem sempre tenho as melhores situações para as aplicar,
queria poder viver aquilo que às vezes sonho,
mas nem sempre a vida me permite,
Queria poder dizer sempre: eu desculpo,
tal como manda um dos mandamentos,
mas ás vezes a revolta é maior,
a mágoa é superior,
o coração bate, com um sentimento de culpa,
mas... a dor é grande, é devastadora,
insuportável, maçadora,
acabo sempre por pronunciar: apesar de tudo, eu desculpo-te.
Outras vezes são os outros que me têm de desculpar,
mas... nessas alturas não vêm o meu sofrimento,
isso causa-me ainda mais dor, mais peso no coração,
mais vontade de me libertar...
Dói saber que a quem nós já perdoámos não nos perdoa a nós,
mas pior do que isso é saber que aquilo que fizemos, foi por amor,
foi na tentativa de fazer perceber que somos livres,
mas... não, não me perceberam,
acho que pensam que sou imune à dor,
mas NÃO, tal como todos, eu tenho coração!
Tento mostrá-lo mas muitos não o querem ver!
Muitos insistem em crer ver uma grande e densa pedra,
em vez de um grande coração!
É pena, mas a vida é assim!
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Importante revelar!
Caros visitantes,
é importante alertar para uma coisa: ultimamente tenho escrito coisas um bocadinho mais tristes, no entanto, nada do que escrevo estou a sentir, ou seja, a tristeza de que falo nos meus poemas, a solidão e qualquer outra coisa infeliz, não são frutos da minha vida mas sim de vidas que tenho oportunidade de testemunhar, vidas que conheço e que me sinto à vontade para escrever!
Ponho-me na "pele" dessas pessoas, tento sentir o que elas sentem, por uns minutinhos, (o tempo necessário para escrever o poema) e depois é só escrever!
E no fim, estou de volta à minha vida, feliz e contente!
é importante alertar para uma coisa: ultimamente tenho escrito coisas um bocadinho mais tristes, no entanto, nada do que escrevo estou a sentir, ou seja, a tristeza de que falo nos meus poemas, a solidão e qualquer outra coisa infeliz, não são frutos da minha vida mas sim de vidas que tenho oportunidade de testemunhar, vidas que conheço e que me sinto à vontade para escrever!
Ponho-me na "pele" dessas pessoas, tento sentir o que elas sentem, por uns minutinhos, (o tempo necessário para escrever o poema) e depois é só escrever!
E no fim, estou de volta à minha vida, feliz e contente!
Trovões e lágrimas, passado, presente e futuro!
A vida é um ciclo,
um ciclo muitas vezes imprevisível,
traiçoeiro, ou cansativo,
hoje esqueci a minha vida,
quis ser diferente,
pôr à prova a minha imaginação,
lutar por algo melhor,
a vida é para aproveitar,
mas muitas vezes olhamos para trás,
vemos que não foi isso que fizemos,
tentamos ver o que está à nossa frente,
mas uma nuvem cinzenta impede que isso aconteça,
tentamos sair deste abismo, deste tédio,
mas, não há saída possível
estamos endividados de sorrisos e alegrias,
estamos enterrados de tristezas,
estamos como estamos,
sem rumo, à deriva, ao sabor do vento,
estaremos perdidos, ou ainda haverá salvação?
Já é tarde, o historial já é longo,
as memórias, muitas,
o peso da tristeza insuportável,
será hora de descansar o coração?
Será hora de deixar tudo, e partir?
Que fazer eu não sei,
olho para trás e vejo lágrimas,
olho para a frente e prevejo trovões!
um ciclo muitas vezes imprevisível,
traiçoeiro, ou cansativo,
hoje esqueci a minha vida,
quis ser diferente,
pôr à prova a minha imaginação,
lutar por algo melhor,
a vida é para aproveitar,
mas muitas vezes olhamos para trás,
vemos que não foi isso que fizemos,
tentamos ver o que está à nossa frente,
mas uma nuvem cinzenta impede que isso aconteça,
tentamos sair deste abismo, deste tédio,
mas, não há saída possível
estamos endividados de sorrisos e alegrias,
estamos enterrados de tristezas,
estamos como estamos,
sem rumo, à deriva, ao sabor do vento,
estaremos perdidos, ou ainda haverá salvação?
Já é tarde, o historial já é longo,
as memórias, muitas,
o peso da tristeza insuportável,
será hora de descansar o coração?
Será hora de deixar tudo, e partir?
Que fazer eu não sei,
olho para trás e vejo lágrimas,
olho para a frente e prevejo trovões!
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Olá mais uma vez! :)
Bem, queria desde já pedir desculpa por não ter publicado mais nenhum poema recentemente, mas a questão é que é final do ano lectivo mas ainda há testes, por isso tenho que estudar, peço desculpa, mas pelo menos nem nesta nem na próxima semana vou conseguir ter novos poemas! Logo que possa e como é uma das coisas que me deixa mais feliz volto para a publicação de novos poemas!
sexta-feira, 21 de maio de 2010
A verdadeira aventura que é estudar!
Estudar é muito importante, mas pode-se estudar de várias maneiras…
Muitas vezes estudar não é só aprender o que vem nos livros.
Estudar não é só ler nos livros que há nas escolas.
É também aprender a ser livres, sem ideias tolas.
É preciso aprender a escrever, a sonhar, a ter responsabilidade, a estudar, a viver…
Aprender a crescer quer dizer:
aprender a estudar, a conhecer os outros, a ajudar os outros, a viver com os outros.
E quem aprende a viver com os outros aprende sempre a viver bem consigo próprio.
Estudar é escrever um ditado sem ninguém nos ditar;
e se um erro nos for apontado é sabê-lo emendar.
É preciso, em vez de um tinteiro, ter uma cabeça que saiba pensar, pois, na escola da vida, primeiro está saber estudar.
Matemática, Português, História, Ciências, tudo é importante e nada deve ser esquecido mas se não aprender-mos a ser educados, a vida não flui ao nosso jeito, sai tudo ao contrário, por isso é preciso também aprender a ser gente, de preferência gente com cabeça, tronco e membros, pronta a aprender, pois estudar é saber, aprender é lutar, a vida é um período de aprendizagem que muitos deixam escapar, porque simplesmente não têm coragem para entrar na aventura que é estudar!
………..Estudar é alguma coisa
……………..mas pensar, com seguimento e cálculo é muito mais!!!
Muitas vezes estudar não é só aprender o que vem nos livros.
Estudar não é só ler nos livros que há nas escolas.
É também aprender a ser livres, sem ideias tolas.
É preciso aprender a escrever, a sonhar, a ter responsabilidade, a estudar, a viver…
Aprender a crescer quer dizer:
aprender a estudar, a conhecer os outros, a ajudar os outros, a viver com os outros.
E quem aprende a viver com os outros aprende sempre a viver bem consigo próprio.
Estudar é escrever um ditado sem ninguém nos ditar;
e se um erro nos for apontado é sabê-lo emendar.
É preciso, em vez de um tinteiro, ter uma cabeça que saiba pensar, pois, na escola da vida, primeiro está saber estudar.
Matemática, Português, História, Ciências, tudo é importante e nada deve ser esquecido mas se não aprender-mos a ser educados, a vida não flui ao nosso jeito, sai tudo ao contrário, por isso é preciso também aprender a ser gente, de preferência gente com cabeça, tronco e membros, pronta a aprender, pois estudar é saber, aprender é lutar, a vida é um período de aprendizagem que muitos deixam escapar, porque simplesmente não têm coragem para entrar na aventura que é estudar!
………..Estudar é alguma coisa
……………..mas pensar, com seguimento e cálculo é muito mais!!!
Injustiças... julgamentos...
Ás vezes parece que vivo num mundo diferente de todos os outros,
sinto que ninguém me compreende,que ninguém me apoia,
que ninguém me dá o devido valor.
Sei que erro,mas todos erramos,
sei que por vezes cometo injustiças, mas todos as cometemos,
sei que às vezes posso ser precipitada, cobarde, preguiçosa, indelicada,
mas todos o somos de vez em quando.
Sei que não sou um modelo de pessoa perfeita, porque ninguém é perfeito,
sei que erro e admito os meus erros,
aceito que me chamem à atenção, mas não que me julguem como se fossem exemplos...
De cada vez que erro aprendo,
de cada vez que me julgam perco a vontade de viver,
porque me sinto como uma criminosa,
tento não fugir ás minhas responsabilidades, mas às vezes isso lá acontece,
tento agradar a todos, mas isso não é possível, porque todos somos diferentes...
Estou farta... será que é assim tão difícil aceitarem-me tal e qual sou???
sinto que ninguém me compreende,que ninguém me apoia,
que ninguém me dá o devido valor.
Sei que erro,mas todos erramos,
sei que por vezes cometo injustiças, mas todos as cometemos,
sei que às vezes posso ser precipitada, cobarde, preguiçosa, indelicada,
mas todos o somos de vez em quando.
Sei que não sou um modelo de pessoa perfeita, porque ninguém é perfeito,
sei que erro e admito os meus erros,
aceito que me chamem à atenção, mas não que me julguem como se fossem exemplos...
De cada vez que erro aprendo,
de cada vez que me julgam perco a vontade de viver,
porque me sinto como uma criminosa,
tento não fugir ás minhas responsabilidades, mas às vezes isso lá acontece,
tento agradar a todos, mas isso não é possível, porque todos somos diferentes...
Estou farta... será que é assim tão difícil aceitarem-me tal e qual sou???
A infância...
Com a minha infância sonho acordada
Os sonhos são pedrinhas de açúcar
Recordação adocicada…
Pequenas gotas de cristal,
Tudo é infância afinal!
Brincar, brincar e brincar,
A vida era sorridente,
As ondas lá no mar, eram boas para flutuar,
Toda a brincadeira me deixava contente…
Tardes e tardes passava de volta das flores,
Eram mágicas e cheirosas,
Encontrava de todas as cores,
As rosas eram as mais amorosas,
Vermelhas, bancas, cor-de-rosa.
Dos montes de areia fina surgiam castelos,
Das árvores altas e lisas trambolhões,
Das folhas de couve cozinhados belos,
Das camisolas soltavam-se os botões.
Com bonecas eu brincava,
Pequenas, grandes, de pano, plástico ou algodão,
Quando elas se estragavam aí é que eu chorava,
Eram a minha companhia, nas tardes de Primavera, Outono, Inverno e Verão.
Veterinária, médica, farmacêutica,
De tudo eu fazia,
Podia não parecer, mas isto é que era alegria autêntica,
Brincar, brincar, era isto todo o dia!
Agora, já sou uma rapariga mais crescidota,
Ando no 6º ano,
As bonecas já se foram,
Livros, cadernos, canetas, lápis e borrachas,
É este o meu presente,
Que há-de reservar o futuro,
É surpresa para toda a gente!
Ana Filipa Batista…
Os sonhos são pedrinhas de açúcar
Recordação adocicada…
Pequenas gotas de cristal,
Tudo é infância afinal!
Brincar, brincar e brincar,
A vida era sorridente,
As ondas lá no mar, eram boas para flutuar,
Toda a brincadeira me deixava contente…
Tardes e tardes passava de volta das flores,
Eram mágicas e cheirosas,
Encontrava de todas as cores,
As rosas eram as mais amorosas,
Vermelhas, bancas, cor-de-rosa.
Dos montes de areia fina surgiam castelos,
Das árvores altas e lisas trambolhões,
Das folhas de couve cozinhados belos,
Das camisolas soltavam-se os botões.
Com bonecas eu brincava,
Pequenas, grandes, de pano, plástico ou algodão,
Quando elas se estragavam aí é que eu chorava,
Eram a minha companhia, nas tardes de Primavera, Outono, Inverno e Verão.
Veterinária, médica, farmacêutica,
De tudo eu fazia,
Podia não parecer, mas isto é que era alegria autêntica,
Brincar, brincar, era isto todo o dia!
Agora, já sou uma rapariga mais crescidota,
Ando no 6º ano,
As bonecas já se foram,
Livros, cadernos, canetas, lápis e borrachas,
É este o meu presente,
Que há-de reservar o futuro,
É surpresa para toda a gente!
Ana Filipa Batista…
Eu quero…
Quero ter alguém para falar nas horas de solidão indesejada,
Quero libertar-me da mágoa, da tristeza, quando ela teima em me desassossegar,
Quero ter uma companhia, alguém que me compreenda e me dê o devido valor,
Apesar dos meus defeitos, daquilo que me qualifica negativamente,
Quero passar a perna à infelicidade quando ele me quer passar a perna a mim,
Quero ser feliz, sempre!
Quer ter alguém que me aconchegue as lágrimas,
Alguém com quem posso contar, para as alegrias e para as tristezas,
Quero ter amigos verdadeiros,
Quero viver a minha vida da melhor e mais correcta forma possível,
Quero ter paz, saúde e paciência, para poder prosseguir,
Quero um mundo melhor,
Um mundo em que não constem palavras horríveis,
Das quais são exemplos ódio, infelicidade e discriminação.
Quero isto mesmo sabendo que nem tudo é possível…
Quero deixar de ter que fazer de conta que estou feliz,
Quando na verdade só me apetece chorar,
Quero deixar de ter que sorrir quando só me apetece fechar no meu mundo,
Quero ter uma vida justa… feliz e proporcional ás minhas capacidades e possibilidades…
Quero libertar-me da mágoa, da tristeza, quando ela teima em me desassossegar,
Quero ter uma companhia, alguém que me compreenda e me dê o devido valor,
Apesar dos meus defeitos, daquilo que me qualifica negativamente,
Quero passar a perna à infelicidade quando ele me quer passar a perna a mim,
Quero ser feliz, sempre!
Quer ter alguém que me aconchegue as lágrimas,
Alguém com quem posso contar, para as alegrias e para as tristezas,
Quero ter amigos verdadeiros,
Quero viver a minha vida da melhor e mais correcta forma possível,
Quero ter paz, saúde e paciência, para poder prosseguir,
Quero um mundo melhor,
Um mundo em que não constem palavras horríveis,
Das quais são exemplos ódio, infelicidade e discriminação.
Quero isto mesmo sabendo que nem tudo é possível…
Quero deixar de ter que fazer de conta que estou feliz,
Quando na verdade só me apetece chorar,
Quero deixar de ter que sorrir quando só me apetece fechar no meu mundo,
Quero ter uma vida justa… feliz e proporcional ás minhas capacidades e possibilidades…
Solidão… é o pior caminho…
Às vezes sinto um vazio dentro de mim,
Sinto uma solidão que me entristece,
Sinto que estou sozinha,
Num mundo cinzento que eu não queria ter,
Mas infelizmente tenho,
Sinto saudades de falar com uma amiga,
De sentir o seu carinho,
Sinto saudades de ter uma companhia
Uma pessoa que me aconchegue,
Quando a nuvem cinzenta paira sobre mim…
Sinto um mundo distante de mim,
Sinto que sou apenas mais uma pessoa, vulgar,
Como muitas deste mundo,
Sinto as lágrimas a percorrer o meu rosto,
Sinto o meu coração a bater devagarinho,
Como se já não valesse a pena viver!
Sinto uma solidão que me entristece,
Sinto que estou sozinha,
Num mundo cinzento que eu não queria ter,
Mas infelizmente tenho,
Sinto saudades de falar com uma amiga,
De sentir o seu carinho,
Sinto saudades de ter uma companhia
Uma pessoa que me aconchegue,
Quando a nuvem cinzenta paira sobre mim…
Sinto um mundo distante de mim,
Sinto que sou apenas mais uma pessoa, vulgar,
Como muitas deste mundo,
Sinto as lágrimas a percorrer o meu rosto,
Sinto o meu coração a bater devagarinho,
Como se já não valesse a pena viver!
Estou de volta!!!
Olá pessoal,
bem, foram dois dias muito fixes, mas já terminaram, agora já só restam recordações e o cansaço da viagem! No entanto, voltei para publicar mais uns poemas, que tenho vindo a escrever.
Espero que continuem a gostar dos poemas que publico, apesar de uns serem mais tristes... mas a vida não são só coisas alegres!
bem, foram dois dias muito fixes, mas já terminaram, agora já só restam recordações e o cansaço da viagem! No entanto, voltei para publicar mais uns poemas, que tenho vindo a escrever.
Espero que continuem a gostar dos poemas que publico, apesar de uns serem mais tristes... mas a vida não são só coisas alegres!
terça-feira, 18 de maio de 2010
..... Assunto indefinido .... :)
Malta que tem vindo a seguir o blog, muito obrigada a todos, obrigada pelos comentários, pela participação na sondagem... tudo... espero que continuem a acompanhar o blog. Neste momento vou estar fora dois dias, motivo pelo qual ainda não tenho possibilidade de publicar novos poemas no blog...
Beijinhos a todos os que visitam este blog!
Ana... :)
Beijinhos a todos os que visitam este blog!
Ana... :)
sábado, 15 de maio de 2010
Vaguear nas causas perdidas!
Vagueio sozinha,
num dos muitos caminhos deste mundo,
parti à deriva em busca da felicidade,
e vejo-me agora tal e qual como parti,
sem o brilho dos teus olhos,
sem a ternura do teu olhar,
sem as tuas palavras doces a soarem aos meus ouvidos,
SEM TI!
No entanto não podia ficar,
deixaste-me perdida num vale de lágrimas,
mesmo sabendo que não sei nadar,
foste cruel, desumano até,
sem eu nunca o merecer,
puseste um ponto final na minha felicidade,
no meu sorriso, no meu raciocínio,
tive de afastar o meu pensamento de quem não o merece,
libertar-me de quem prendeu o meu coração,
ignorar quem por tanto tempo prendeu a minha atenção,
fugir, refugiar-me na minha concha,
Contentar-me com as memórias e convencer-me de que são apenas isso,
bons momentos do passado,
contigo ao meu lado!
num dos muitos caminhos deste mundo,
parti à deriva em busca da felicidade,
e vejo-me agora tal e qual como parti,
sem o brilho dos teus olhos,
sem a ternura do teu olhar,
sem as tuas palavras doces a soarem aos meus ouvidos,
SEM TI!
No entanto não podia ficar,
deixaste-me perdida num vale de lágrimas,
mesmo sabendo que não sei nadar,
foste cruel, desumano até,
sem eu nunca o merecer,
puseste um ponto final na minha felicidade,
no meu sorriso, no meu raciocínio,
tive de afastar o meu pensamento de quem não o merece,
libertar-me de quem prendeu o meu coração,
ignorar quem por tanto tempo prendeu a minha atenção,
fugir, refugiar-me na minha concha,
Contentar-me com as memórias e convencer-me de que são apenas isso,
bons momentos do passado,
contigo ao meu lado!
Momentos da infância!
Brincar, brincar e brincar sem fim…
Tudo dava uma boa brincadeira!
Mexer em tachos, frigideiras...
Cozinhar com folhinhas de hortelã e umas folhas de couve amolgadas,
Isso é que eram tardes passadas a cortar alimentos de que já ninguém se servia!
Nas tardes de Primavera costumava apanhar flores,
Na casa da minha avó cresciam muito umas ervinhas amarelas,
Às quais dei o nome de Primaveras, porque eram para mim o sinal do inicio da Primavera,
Mal chegava a Primavera os pássaros cantavam e as borboletas começavam a parecer em força,
Corria, corria para as apanhar… sem nunca conseguir!
Gostava de pegar nas listas telefónicas e começar a fazer de conta que era recepcionista!
Gostava de trepar às cerejeiras quando estavam carregadinhas de cerejas e sentar-me nos ramos a comer cerejas sem nunca as passar por água!
Gostava de sentar-me na varanda da minha avó a ver os peregrinos a passar e a desejar-lhes força para continuar o percurso…
Gostava de andar pela terra fora com um sachito a cavar… a cavar…
Gostava de fazer festinhas a todos os animais, gostava de correr atrás das pombas para as apanhar, gostava de ir deitar milho às galinhas e andar no meio delas a brincar!
Gostava de fazer castelos nos montes de areia que o meu avô comprava para as suas obras e depois deles estarem prontos ia buscar umas pedras, uns frutos já caídos chão e começava a decorar os castelos e os bolos de areia!
Gostava de puxar um carrito de mão que o meu avô tinha… muitas vezes puxava… puxava e ele nunca se mexia e aí lá vinha o avozito dar uma mãozinha!
Adorava pôr-me em cima do tractor e fazer de conta que o estava a conduzir, ou apanhar frutas e fingir que as estava a venda-las á beira da estrada, ou ainda pegar nas caixas de medicamentos vazias e fingir que era farmacêutica!
Era tão tontinha!!!
Gostava de roubar os óculos de sol aos meus pais e depois andar com eles…. E os saltos altos da mãe e da avó…. E fazer de senhora chique!
Fazer de má… de boa…. De vendedora…. De veterinária… de médica…. De farmacêutica, eu sei lá… era tudo o que me viesse ao pensamento!
Que felicidade que sentia ao fazer todas estas coisas, por mais absurdas que fossem deixavam-me feliz!
Tudo dava uma boa brincadeira!
Mexer em tachos, frigideiras...
Cozinhar com folhinhas de hortelã e umas folhas de couve amolgadas,
Isso é que eram tardes passadas a cortar alimentos de que já ninguém se servia!
Nas tardes de Primavera costumava apanhar flores,
Na casa da minha avó cresciam muito umas ervinhas amarelas,
Às quais dei o nome de Primaveras, porque eram para mim o sinal do inicio da Primavera,
Mal chegava a Primavera os pássaros cantavam e as borboletas começavam a parecer em força,
Corria, corria para as apanhar… sem nunca conseguir!
Gostava de pegar nas listas telefónicas e começar a fazer de conta que era recepcionista!
Gostava de trepar às cerejeiras quando estavam carregadinhas de cerejas e sentar-me nos ramos a comer cerejas sem nunca as passar por água!
Gostava de sentar-me na varanda da minha avó a ver os peregrinos a passar e a desejar-lhes força para continuar o percurso…
Gostava de andar pela terra fora com um sachito a cavar… a cavar…
Gostava de fazer festinhas a todos os animais, gostava de correr atrás das pombas para as apanhar, gostava de ir deitar milho às galinhas e andar no meio delas a brincar!
Gostava de fazer castelos nos montes de areia que o meu avô comprava para as suas obras e depois deles estarem prontos ia buscar umas pedras, uns frutos já caídos chão e começava a decorar os castelos e os bolos de areia!
Gostava de puxar um carrito de mão que o meu avô tinha… muitas vezes puxava… puxava e ele nunca se mexia e aí lá vinha o avozito dar uma mãozinha!
Adorava pôr-me em cima do tractor e fazer de conta que o estava a conduzir, ou apanhar frutas e fingir que as estava a venda-las á beira da estrada, ou ainda pegar nas caixas de medicamentos vazias e fingir que era farmacêutica!
Era tão tontinha!!!
Gostava de roubar os óculos de sol aos meus pais e depois andar com eles…. E os saltos altos da mãe e da avó…. E fazer de senhora chique!
Fazer de má… de boa…. De vendedora…. De veterinária… de médica…. De farmacêutica, eu sei lá… era tudo o que me viesse ao pensamento!
Que felicidade que sentia ao fazer todas estas coisas, por mais absurdas que fossem deixavam-me feliz!
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Tema indefinido!
Hoje peguei numa caneta e comecei a escrever,
Não sabia onde as palavras me iam levar,
Gostei da sensação, continuei…
Cada vez que a caneta se juntava ao papel letras surgiam
Das letras derivavam palavras, das palavras descendiam frases
Não sabia que se passava comigo… mas era algo de bom
Estava virada para a poesia…
As letras começavam a arrastar as minhas memórias para longe,
Quando dei por mim já ia no tempo mais que passado,
Memórias lindas, que merecem ser relembradas,
Tempos de pequena… que maravilha
Era bom escrever sem tema…
Escrever por iniciativa própria,
Com finalidade indefinida,
Era bom sentir que estava a recordar tempos passados,
Era bom sonhar com o que já passou,
Lembrar noites de trovoada, dias de sol intenso,
Mar, sol, brincadeira, sorrisos, amizades…
Como é bom lembrar… dizer e recordar…
Tempos que já lá foram e que bem podiam voltar!
Não sabia onde as palavras me iam levar,
Gostei da sensação, continuei…
Cada vez que a caneta se juntava ao papel letras surgiam
Das letras derivavam palavras, das palavras descendiam frases
Não sabia que se passava comigo… mas era algo de bom
Estava virada para a poesia…
As letras começavam a arrastar as minhas memórias para longe,
Quando dei por mim já ia no tempo mais que passado,
Memórias lindas, que merecem ser relembradas,
Tempos de pequena… que maravilha
Era bom escrever sem tema…
Escrever por iniciativa própria,
Com finalidade indefinida,
Era bom sentir que estava a recordar tempos passados,
Era bom sonhar com o que já passou,
Lembrar noites de trovoada, dias de sol intenso,
Mar, sol, brincadeira, sorrisos, amizades…
Como é bom lembrar… dizer e recordar…
Tempos que já lá foram e que bem podiam voltar!
A vida!
Muitas vezes aquilo que dizemos, pensamos, somos
É uma farsa que a vida nos obriga a criar
Uma máscara que muitas vezes nos leva ao deserto,
Quem somos verdadeiramente?
Dizer aquilo que nos apetece, ser nós próprios,
Ter liberdade, conhecer metas e ultrapassar obstáculos.
A dor é um obstáculo, muitas vezes intenso,
Vou quebrá-lo, esquecê-lo, pregar-lhe uma rasteira,
Vou ser safada por um dia e tirar esta máscara que todos vêm como sendo perfeita,
Vou arriscar, vou sair do mundo em que todos me vêm e mostrar quem sou, tal e qual,
Vou esquecer as aparências, vou esquecer os defeitos, vou-me libertar, vou gritar
Vou levar a vida com um sorriso, vou eliminar a dor, sei que tenho sempre um amigo por perto, um amigo que luta comigo, contra todas as dificuldades,
Ele partilha segredos comigo, é um tesouro!
Na vida temos oportunidade de nos manifestar, mas muitas vezes esquecemos,
Falamos quando é hora de silenciar,
Calamos quando é hora de nos manifestar,
Olho em meu redor, tudo está trocado,
A dor verdadeira é a dor da perda,
Perder algo ou alguém que nos é querido
É sempre difícil, mas eu sei que vou conseguir tudo isto ultrapassar,
Afinal tenho amigos que em tudo prometeram ajudar!
Nas horas de brincadeira, sorrisos, gargalhadas, tudo para contigo festejar,
Nas horas de dor, um abraço de uma amiga para te reconfortar,
Ou até mesmo uma massagenzita para relaxar,
Não há mal que sempre perdure, e com um amigo,
Ainda melhor, sempre que quiseres conta comigo,
Vou estar sempre de braços abertos para o que der e viver!
A vida “trama-nos” quando menos esperamos, de um momento para o outro
Os nossos alicerces podem desmoronar, de um momento para o outro tudo pode mudar,
A vida é um nome comum abstracto, é uma coisa indomável, e muitas vezes louca,
É uma verdadeira seca se a deixarmos ficar presa nos obstáculos, hoje tudo mudou, mas amanhã as coisas vão recompor-se, hoje caiu um alicerce, amanhã constuir-se-ão dois!
A vida corre e não espera que nós acordemos para ela,
Há uma vida para viver, um mundo para nos conhecer, mil amigos para nos reconfortar,
A solidão a ti não vai chegar, por que em nenhum momento eu a vou deixar aproximar (de ti)!
É uma farsa que a vida nos obriga a criar
Uma máscara que muitas vezes nos leva ao deserto,
Quem somos verdadeiramente?
Dizer aquilo que nos apetece, ser nós próprios,
Ter liberdade, conhecer metas e ultrapassar obstáculos.
A dor é um obstáculo, muitas vezes intenso,
Vou quebrá-lo, esquecê-lo, pregar-lhe uma rasteira,
Vou ser safada por um dia e tirar esta máscara que todos vêm como sendo perfeita,
Vou arriscar, vou sair do mundo em que todos me vêm e mostrar quem sou, tal e qual,
Vou esquecer as aparências, vou esquecer os defeitos, vou-me libertar, vou gritar
Vou levar a vida com um sorriso, vou eliminar a dor, sei que tenho sempre um amigo por perto, um amigo que luta comigo, contra todas as dificuldades,
Ele partilha segredos comigo, é um tesouro!
Na vida temos oportunidade de nos manifestar, mas muitas vezes esquecemos,
Falamos quando é hora de silenciar,
Calamos quando é hora de nos manifestar,
Olho em meu redor, tudo está trocado,
A dor verdadeira é a dor da perda,
Perder algo ou alguém que nos é querido
É sempre difícil, mas eu sei que vou conseguir tudo isto ultrapassar,
Afinal tenho amigos que em tudo prometeram ajudar!
Nas horas de brincadeira, sorrisos, gargalhadas, tudo para contigo festejar,
Nas horas de dor, um abraço de uma amiga para te reconfortar,
Ou até mesmo uma massagenzita para relaxar,
Não há mal que sempre perdure, e com um amigo,
Ainda melhor, sempre que quiseres conta comigo,
Vou estar sempre de braços abertos para o que der e viver!
A vida “trama-nos” quando menos esperamos, de um momento para o outro
Os nossos alicerces podem desmoronar, de um momento para o outro tudo pode mudar,
A vida é um nome comum abstracto, é uma coisa indomável, e muitas vezes louca,
É uma verdadeira seca se a deixarmos ficar presa nos obstáculos, hoje tudo mudou, mas amanhã as coisas vão recompor-se, hoje caiu um alicerce, amanhã constuir-se-ão dois!
A vida corre e não espera que nós acordemos para ela,
Há uma vida para viver, um mundo para nos conhecer, mil amigos para nos reconfortar,
A solidão a ti não vai chegar, por que em nenhum momento eu a vou deixar aproximar (de ti)!
Liberdade!
Estou presa num mundo,
Dele é dificil sair,
Por mais que me queira soltar,
Tento-me levantar, o corpo tende a cair
Abro as minhas asas, quero voar!
Olho o dia, está cinzento,
O sol desaparece e aparece como por magia,
O dia está chateado, até mesmo avarento,
Não se ouvem os ruídos nem a melodia,
O mundo vai calando,
As horas passam em vão,
Olho em meu redor nada se está manifestando,
Nem o dia está ajudando, reina a escuridão,
O mundo é um mistério,
Cada pessoa um ser,
A vida é um período sério,
Que muitos teimam em esquecer.
O sol é uma estrela,
A Terra um planeta,
A noite é a escuridão, uma vela, porque não acende-la?
A poesia é um papel e uma caneta!
Dele é dificil sair,
Por mais que me queira soltar,
Tento-me levantar, o corpo tende a cair
Abro as minhas asas, quero voar!
Olho o dia, está cinzento,
O sol desaparece e aparece como por magia,
O dia está chateado, até mesmo avarento,
Não se ouvem os ruídos nem a melodia,
O mundo vai calando,
As horas passam em vão,
Olho em meu redor nada se está manifestando,
Nem o dia está ajudando, reina a escuridão,
O mundo é um mistério,
Cada pessoa um ser,
A vida é um período sério,
Que muitos teimam em esquecer.
O sol é uma estrela,
A Terra um planeta,
A noite é a escuridão, uma vela, porque não acende-la?
A poesia é um papel e uma caneta!
O mar!
Pureza, frescura, liberdade,
É uma amostra do que sinto quando estou à beira mar,
Parece um sonho, as ondas descarregam na costa toda a agressividade,
O mar está calmo, está raivoso, está como a gente o entender,
Suave, misterioso, feroz, habilidoso…
A magia da areia envolvida nas ondas,
O cheiro a maresia, frescura me trás,
Quando estou triste, é para a praia que vou,
Sinto uma liberdade para me expressar,
O mar ajuda-me a acalmar!
Grito, choro, rio, brinco… faço tudo no mar!
As ondas calmas levam-me a flutuar.
Fecho os olhos e adormeço,
Quando os volto a abrir, assusto-me
Estou para lá do horizonte,
Ultrapassei marés, ventos, tempestades,
No entanto ESTOU VIVA!
Não sei onde estou, só sei que é no mar
Não sei se estou no Oceano Atlântico, Índico ou noutro…
Apenas me deixo levar, de onde eu vim a flutuar
O mar me há-de voltar a levar!
É uma amostra do que sinto quando estou à beira mar,
Parece um sonho, as ondas descarregam na costa toda a agressividade,
O mar está calmo, está raivoso, está como a gente o entender,
Suave, misterioso, feroz, habilidoso…
A magia da areia envolvida nas ondas,
O cheiro a maresia, frescura me trás,
Quando estou triste, é para a praia que vou,
Sinto uma liberdade para me expressar,
O mar ajuda-me a acalmar!
Grito, choro, rio, brinco… faço tudo no mar!
As ondas calmas levam-me a flutuar.
Fecho os olhos e adormeço,
Quando os volto a abrir, assusto-me
Estou para lá do horizonte,
Ultrapassei marés, ventos, tempestades,
No entanto ESTOU VIVA!
Não sei onde estou, só sei que é no mar
Não sei se estou no Oceano Atlântico, Índico ou noutro…
Apenas me deixo levar, de onde eu vim a flutuar
O mar me há-de voltar a levar!
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