Bem malta, apesar de as publicações de poemas serem frequentes o tempo era pouco e às vezes lá escapavam uns erros ortográficos, agora a escola terminou, é altura das férias grandes, por isso vou aproveitar para fazer algumas melhoramentos e correcções, nomeadamente no que toca a erros de ortografia!
Beijinhos,
Ana Filipa Batista...
sábado, 19 de junho de 2010
sábado, 12 de junho de 2010
Aviso:
A sondagem do blog está a acabar, por isso visitantes apressem-se a votar, expressem a vossa opinião em relação a este blog! Ainda não fui espreitar o resultado dos votos apurados, mas... a curiosidade é muita, no entanto vou aguardar pelo encerramento da sondagem para ver o que vocês têm achado desta experiência!
Beijinhos para todos,
Ana Filipa! :)
Beijinhos para todos,
Ana Filipa! :)
2 anos inesquecíveis...
Foi no dia 17 de Setembro de 2008,
ainda me lembro como se fosse hoje,
foi neste dia que me reencontrei,
foi nesta data que conheci uma das melhores pessoas de sempre,
a minha Directora de Turma, professora Ana Vicente,
a mudança do 4º para o 5º ano foi radical,
conheci novas pessoas, pessoas que me marcaram profundamente,
foi já há dois anos, desde esta data vivemos como uma família,
a nossa turma, 6ºA, é a melhor turma de sempre,
foram dois anos de experiências maravilhosas,
recordações imensas, muitas alegrias e muita amizade,
dois anos de união, com aqueles a que quase já podíamos chamar irmãos,
dois anos em que nos fomos conhecendo cada vez melhor,
em que fomos aprendendo a viver em equipa,
a trabalhar para o mesmo fim, a sonhar para atingir,
nos momentos difíceis, abraços, palavras reconfortantes, lembranças,
nos momentos de alegria, brincadeira, sorrisos, saltos, pulos,
nas horas de aflição, uma união imensa, uma solidariedade notável,
nos dias de azar, palavras positivas, encorajadoras, amigas,
Tudo isto me marcou, o brilho dos olhos de cada um de nós,
a preguiça a cada manhã, a desilusão ou alegria na entrega dos testes,
a vitória sobre o perigo, sobre o azar, sobre o impossível...
A vida em família, com uma mãe chamada Ana Vicente com 22 filhos,
e uma casa imensamente acolhedora chamada CAIC...
Destes dois anos sobraram muitas memórias,
a cada canto da sala 6º A à uma marca nossa,
a cada canto do meu coração há uma marca do 6ºA,
já mais esquecerei os meus colegas, os meus irmãos,
os meus professores, os meus pais,
a minha sala, uma divisão da minha casa!
O que sinto é inexplicável,
custa saber que no fim de tantas aventuras juntas é hora de nos separarmos,
é hora de fazer novos amigos, é hora de subir mais um degrau na nossa vida,
custa saber que vamos deixar os nossos melhores amigos,
as lágrimas acabam por inundar o meu rosto ao recordar tudo isto,
foram tantos e tão bons os momentos que passamos em família,
no entanto a vida segue, as coisas vão mudando,
mas a amizade continua, e cresce cada vez mais!
Por mais que nos separem a amizade continua!
Juntos para sempre!
ainda me lembro como se fosse hoje,
foi neste dia que me reencontrei,
foi nesta data que conheci uma das melhores pessoas de sempre,
a minha Directora de Turma, professora Ana Vicente,
a mudança do 4º para o 5º ano foi radical,
conheci novas pessoas, pessoas que me marcaram profundamente,
foi já há dois anos, desde esta data vivemos como uma família,
a nossa turma, 6ºA, é a melhor turma de sempre,
foram dois anos de experiências maravilhosas,
recordações imensas, muitas alegrias e muita amizade,
dois anos de união, com aqueles a que quase já podíamos chamar irmãos,
dois anos em que nos fomos conhecendo cada vez melhor,
em que fomos aprendendo a viver em equipa,
a trabalhar para o mesmo fim, a sonhar para atingir,
nos momentos difíceis, abraços, palavras reconfortantes, lembranças,
nos momentos de alegria, brincadeira, sorrisos, saltos, pulos,
nas horas de aflição, uma união imensa, uma solidariedade notável,
nos dias de azar, palavras positivas, encorajadoras, amigas,
Tudo isto me marcou, o brilho dos olhos de cada um de nós,
a preguiça a cada manhã, a desilusão ou alegria na entrega dos testes,
a vitória sobre o perigo, sobre o azar, sobre o impossível...
A vida em família, com uma mãe chamada Ana Vicente com 22 filhos,
e uma casa imensamente acolhedora chamada CAIC...
Destes dois anos sobraram muitas memórias,
a cada canto da sala 6º A à uma marca nossa,
a cada canto do meu coração há uma marca do 6ºA,
já mais esquecerei os meus colegas, os meus irmãos,
os meus professores, os meus pais,
a minha sala, uma divisão da minha casa!
O que sinto é inexplicável,
custa saber que no fim de tantas aventuras juntas é hora de nos separarmos,
é hora de fazer novos amigos, é hora de subir mais um degrau na nossa vida,
custa saber que vamos deixar os nossos melhores amigos,
as lágrimas acabam por inundar o meu rosto ao recordar tudo isto,
foram tantos e tão bons os momentos que passamos em família,
no entanto a vida segue, as coisas vão mudando,
mas a amizade continua, e cresce cada vez mais!
Por mais que nos separem a amizade continua!
Juntos para sempre!
A vida e o comboio!
A vida é como uma viagem,
uma viagem de comboio,
ela vai avançando,
vai percorrendo várias etapas,
etapas que cada um de nós vai vivendo,
sucessivamente e de formas diferentes,
tal como o comboio, ele vai indo pelas carruagens,
percorrendo várias estações.
Também a vida acaba por ter várias estações:
- a estação da felicidade;
- a estação da infelicidade;
- a estação do amor;
e por aí em diante.
No entanto a grande diferença entre as duas coisas é a nossa posição nelas,
enquanto que na viagem de comboio somos simplesmente passageiros,
passageiros que se sentam num banco e esperam a chegada ao destino,
na vida não é assim! Na vida temos de lutar para ser alguém,
temos de nos impor para não nos desvalorizarem,
temos de trabalhar e estudar.
No nosso comboio os passageiros são os amigos e a família,
Na nossa vida os nossos pilares são os amigos e a família!
Eles são no nosso comboio e na nossa vida pessoas indispensáveis,
pessoas que nos trazem felicidade e com as quais aprendemos,
eles são o combustível do comboio,
eles são a lenha da nossa fogueira,
eles são os mais que tudo,
eles são a nossa razão de viver!
uma viagem de comboio,
ela vai avançando,
vai percorrendo várias etapas,
etapas que cada um de nós vai vivendo,
sucessivamente e de formas diferentes,
tal como o comboio, ele vai indo pelas carruagens,
percorrendo várias estações.
Também a vida acaba por ter várias estações:
- a estação da felicidade;
- a estação da infelicidade;
- a estação do amor;
e por aí em diante.
No entanto a grande diferença entre as duas coisas é a nossa posição nelas,
enquanto que na viagem de comboio somos simplesmente passageiros,
passageiros que se sentam num banco e esperam a chegada ao destino,
na vida não é assim! Na vida temos de lutar para ser alguém,
temos de nos impor para não nos desvalorizarem,
temos de trabalhar e estudar.
No nosso comboio os passageiros são os amigos e a família,
Na nossa vida os nossos pilares são os amigos e a família!
Eles são no nosso comboio e na nossa vida pessoas indispensáveis,
pessoas que nos trazem felicidade e com as quais aprendemos,
eles são o combustível do comboio,
eles são a lenha da nossa fogueira,
eles são os mais que tudo,
eles são a nossa razão de viver!
Mágoas e dissabores da vida!
Às vezes uma palavra mal dita muda tudo,
um gesto mal intencionado,
um sentimento mal dirigido,
um impulso mal controlado,
uma tentação não resistida,
um pensar mal seguido.
Às vezes tentamos ser correctos,
tentamos não magoar,
tentamos dar a volta ás situações,
mas muitas vezes elas é que nos dão a volta,
a nós e à nossa vida,
de um momento para o outro tudo pode acabar,
de um momento para o outro, o mundo pode explodir,
de um momento para o outro podemos morrer,
de um momento para o outro tudo pode acontecer.
Queria ter sempre as melhores palavras para dizer,
mas nem sempre tenho as melhores situações para as aplicar,
queria poder viver aquilo que às vezes sonho,
mas nem sempre a vida me permite,
Queria poder dizer sempre: eu desculpo,
tal como manda um dos mandamentos,
mas ás vezes a revolta é maior,
a mágoa é superior,
o coração bate, com um sentimento de culpa,
mas... a dor é grande, é devastadora,
insuportável, maçadora,
acabo sempre por pronunciar: apesar de tudo, eu desculpo-te.
Outras vezes são os outros que me têm de desculpar,
mas... nessas alturas não vêm o meu sofrimento,
isso causa-me ainda mais dor, mais peso no coração,
mais vontade de me libertar...
Dói saber que a quem nós já perdoámos não nos perdoa a nós,
mas pior do que isso é saber que aquilo que fizemos, foi por amor,
foi na tentativa de fazer perceber que somos livres,
mas... não, não me perceberam,
acho que pensam que sou imune à dor,
mas NÃO, tal como todos, eu tenho coração!
Tento mostrá-lo mas muitos não o querem ver!
Muitos insistem em crer ver uma grande e densa pedra,
em vez de um grande coração!
É pena, mas a vida é assim!
um gesto mal intencionado,
um sentimento mal dirigido,
um impulso mal controlado,
uma tentação não resistida,
um pensar mal seguido.
Às vezes tentamos ser correctos,
tentamos não magoar,
tentamos dar a volta ás situações,
mas muitas vezes elas é que nos dão a volta,
a nós e à nossa vida,
de um momento para o outro tudo pode acabar,
de um momento para o outro, o mundo pode explodir,
de um momento para o outro podemos morrer,
de um momento para o outro tudo pode acontecer.
Queria ter sempre as melhores palavras para dizer,
mas nem sempre tenho as melhores situações para as aplicar,
queria poder viver aquilo que às vezes sonho,
mas nem sempre a vida me permite,
Queria poder dizer sempre: eu desculpo,
tal como manda um dos mandamentos,
mas ás vezes a revolta é maior,
a mágoa é superior,
o coração bate, com um sentimento de culpa,
mas... a dor é grande, é devastadora,
insuportável, maçadora,
acabo sempre por pronunciar: apesar de tudo, eu desculpo-te.
Outras vezes são os outros que me têm de desculpar,
mas... nessas alturas não vêm o meu sofrimento,
isso causa-me ainda mais dor, mais peso no coração,
mais vontade de me libertar...
Dói saber que a quem nós já perdoámos não nos perdoa a nós,
mas pior do que isso é saber que aquilo que fizemos, foi por amor,
foi na tentativa de fazer perceber que somos livres,
mas... não, não me perceberam,
acho que pensam que sou imune à dor,
mas NÃO, tal como todos, eu tenho coração!
Tento mostrá-lo mas muitos não o querem ver!
Muitos insistem em crer ver uma grande e densa pedra,
em vez de um grande coração!
É pena, mas a vida é assim!
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Importante revelar!
Caros visitantes,
é importante alertar para uma coisa: ultimamente tenho escrito coisas um bocadinho mais tristes, no entanto, nada do que escrevo estou a sentir, ou seja, a tristeza de que falo nos meus poemas, a solidão e qualquer outra coisa infeliz, não são frutos da minha vida mas sim de vidas que tenho oportunidade de testemunhar, vidas que conheço e que me sinto à vontade para escrever!
Ponho-me na "pele" dessas pessoas, tento sentir o que elas sentem, por uns minutinhos, (o tempo necessário para escrever o poema) e depois é só escrever!
E no fim, estou de volta à minha vida, feliz e contente!
é importante alertar para uma coisa: ultimamente tenho escrito coisas um bocadinho mais tristes, no entanto, nada do que escrevo estou a sentir, ou seja, a tristeza de que falo nos meus poemas, a solidão e qualquer outra coisa infeliz, não são frutos da minha vida mas sim de vidas que tenho oportunidade de testemunhar, vidas que conheço e que me sinto à vontade para escrever!
Ponho-me na "pele" dessas pessoas, tento sentir o que elas sentem, por uns minutinhos, (o tempo necessário para escrever o poema) e depois é só escrever!
E no fim, estou de volta à minha vida, feliz e contente!
Trovões e lágrimas, passado, presente e futuro!
A vida é um ciclo,
um ciclo muitas vezes imprevisível,
traiçoeiro, ou cansativo,
hoje esqueci a minha vida,
quis ser diferente,
pôr à prova a minha imaginação,
lutar por algo melhor,
a vida é para aproveitar,
mas muitas vezes olhamos para trás,
vemos que não foi isso que fizemos,
tentamos ver o que está à nossa frente,
mas uma nuvem cinzenta impede que isso aconteça,
tentamos sair deste abismo, deste tédio,
mas, não há saída possível
estamos endividados de sorrisos e alegrias,
estamos enterrados de tristezas,
estamos como estamos,
sem rumo, à deriva, ao sabor do vento,
estaremos perdidos, ou ainda haverá salvação?
Já é tarde, o historial já é longo,
as memórias, muitas,
o peso da tristeza insuportável,
será hora de descansar o coração?
Será hora de deixar tudo, e partir?
Que fazer eu não sei,
olho para trás e vejo lágrimas,
olho para a frente e prevejo trovões!
um ciclo muitas vezes imprevisível,
traiçoeiro, ou cansativo,
hoje esqueci a minha vida,
quis ser diferente,
pôr à prova a minha imaginação,
lutar por algo melhor,
a vida é para aproveitar,
mas muitas vezes olhamos para trás,
vemos que não foi isso que fizemos,
tentamos ver o que está à nossa frente,
mas uma nuvem cinzenta impede que isso aconteça,
tentamos sair deste abismo, deste tédio,
mas, não há saída possível
estamos endividados de sorrisos e alegrias,
estamos enterrados de tristezas,
estamos como estamos,
sem rumo, à deriva, ao sabor do vento,
estaremos perdidos, ou ainda haverá salvação?
Já é tarde, o historial já é longo,
as memórias, muitas,
o peso da tristeza insuportável,
será hora de descansar o coração?
Será hora de deixar tudo, e partir?
Que fazer eu não sei,
olho para trás e vejo lágrimas,
olho para a frente e prevejo trovões!
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Olá mais uma vez! :)
Bem, queria desde já pedir desculpa por não ter publicado mais nenhum poema recentemente, mas a questão é que é final do ano lectivo mas ainda há testes, por isso tenho que estudar, peço desculpa, mas pelo menos nem nesta nem na próxima semana vou conseguir ter novos poemas! Logo que possa e como é uma das coisas que me deixa mais feliz volto para a publicação de novos poemas!
sexta-feira, 21 de maio de 2010
A verdadeira aventura que é estudar!
Estudar é muito importante, mas pode-se estudar de várias maneiras…
Muitas vezes estudar não é só aprender o que vem nos livros.
Estudar não é só ler nos livros que há nas escolas.
É também aprender a ser livres, sem ideias tolas.
É preciso aprender a escrever, a sonhar, a ter responsabilidade, a estudar, a viver…
Aprender a crescer quer dizer:
aprender a estudar, a conhecer os outros, a ajudar os outros, a viver com os outros.
E quem aprende a viver com os outros aprende sempre a viver bem consigo próprio.
Estudar é escrever um ditado sem ninguém nos ditar;
e se um erro nos for apontado é sabê-lo emendar.
É preciso, em vez de um tinteiro, ter uma cabeça que saiba pensar, pois, na escola da vida, primeiro está saber estudar.
Matemática, Português, História, Ciências, tudo é importante e nada deve ser esquecido mas se não aprender-mos a ser educados, a vida não flui ao nosso jeito, sai tudo ao contrário, por isso é preciso também aprender a ser gente, de preferência gente com cabeça, tronco e membros, pronta a aprender, pois estudar é saber, aprender é lutar, a vida é um período de aprendizagem que muitos deixam escapar, porque simplesmente não têm coragem para entrar na aventura que é estudar!
………..Estudar é alguma coisa
……………..mas pensar, com seguimento e cálculo é muito mais!!!
Muitas vezes estudar não é só aprender o que vem nos livros.
Estudar não é só ler nos livros que há nas escolas.
É também aprender a ser livres, sem ideias tolas.
É preciso aprender a escrever, a sonhar, a ter responsabilidade, a estudar, a viver…
Aprender a crescer quer dizer:
aprender a estudar, a conhecer os outros, a ajudar os outros, a viver com os outros.
E quem aprende a viver com os outros aprende sempre a viver bem consigo próprio.
Estudar é escrever um ditado sem ninguém nos ditar;
e se um erro nos for apontado é sabê-lo emendar.
É preciso, em vez de um tinteiro, ter uma cabeça que saiba pensar, pois, na escola da vida, primeiro está saber estudar.
Matemática, Português, História, Ciências, tudo é importante e nada deve ser esquecido mas se não aprender-mos a ser educados, a vida não flui ao nosso jeito, sai tudo ao contrário, por isso é preciso também aprender a ser gente, de preferência gente com cabeça, tronco e membros, pronta a aprender, pois estudar é saber, aprender é lutar, a vida é um período de aprendizagem que muitos deixam escapar, porque simplesmente não têm coragem para entrar na aventura que é estudar!
………..Estudar é alguma coisa
……………..mas pensar, com seguimento e cálculo é muito mais!!!
Injustiças... julgamentos...
Ás vezes parece que vivo num mundo diferente de todos os outros,
sinto que ninguém me compreende,que ninguém me apoia,
que ninguém me dá o devido valor.
Sei que erro,mas todos erramos,
sei que por vezes cometo injustiças, mas todos as cometemos,
sei que às vezes posso ser precipitada, cobarde, preguiçosa, indelicada,
mas todos o somos de vez em quando.
Sei que não sou um modelo de pessoa perfeita, porque ninguém é perfeito,
sei que erro e admito os meus erros,
aceito que me chamem à atenção, mas não que me julguem como se fossem exemplos...
De cada vez que erro aprendo,
de cada vez que me julgam perco a vontade de viver,
porque me sinto como uma criminosa,
tento não fugir ás minhas responsabilidades, mas às vezes isso lá acontece,
tento agradar a todos, mas isso não é possível, porque todos somos diferentes...
Estou farta... será que é assim tão difícil aceitarem-me tal e qual sou???
sinto que ninguém me compreende,que ninguém me apoia,
que ninguém me dá o devido valor.
Sei que erro,mas todos erramos,
sei que por vezes cometo injustiças, mas todos as cometemos,
sei que às vezes posso ser precipitada, cobarde, preguiçosa, indelicada,
mas todos o somos de vez em quando.
Sei que não sou um modelo de pessoa perfeita, porque ninguém é perfeito,
sei que erro e admito os meus erros,
aceito que me chamem à atenção, mas não que me julguem como se fossem exemplos...
De cada vez que erro aprendo,
de cada vez que me julgam perco a vontade de viver,
porque me sinto como uma criminosa,
tento não fugir ás minhas responsabilidades, mas às vezes isso lá acontece,
tento agradar a todos, mas isso não é possível, porque todos somos diferentes...
Estou farta... será que é assim tão difícil aceitarem-me tal e qual sou???
A infância...
Com a minha infância sonho acordada
Os sonhos são pedrinhas de açúcar
Recordação adocicada…
Pequenas gotas de cristal,
Tudo é infância afinal!
Brincar, brincar e brincar,
A vida era sorridente,
As ondas lá no mar, eram boas para flutuar,
Toda a brincadeira me deixava contente…
Tardes e tardes passava de volta das flores,
Eram mágicas e cheirosas,
Encontrava de todas as cores,
As rosas eram as mais amorosas,
Vermelhas, bancas, cor-de-rosa.
Dos montes de areia fina surgiam castelos,
Das árvores altas e lisas trambolhões,
Das folhas de couve cozinhados belos,
Das camisolas soltavam-se os botões.
Com bonecas eu brincava,
Pequenas, grandes, de pano, plástico ou algodão,
Quando elas se estragavam aí é que eu chorava,
Eram a minha companhia, nas tardes de Primavera, Outono, Inverno e Verão.
Veterinária, médica, farmacêutica,
De tudo eu fazia,
Podia não parecer, mas isto é que era alegria autêntica,
Brincar, brincar, era isto todo o dia!
Agora, já sou uma rapariga mais crescidota,
Ando no 6º ano,
As bonecas já se foram,
Livros, cadernos, canetas, lápis e borrachas,
É este o meu presente,
Que há-de reservar o futuro,
É surpresa para toda a gente!
Ana Filipa Batista…
Os sonhos são pedrinhas de açúcar
Recordação adocicada…
Pequenas gotas de cristal,
Tudo é infância afinal!
Brincar, brincar e brincar,
A vida era sorridente,
As ondas lá no mar, eram boas para flutuar,
Toda a brincadeira me deixava contente…
Tardes e tardes passava de volta das flores,
Eram mágicas e cheirosas,
Encontrava de todas as cores,
As rosas eram as mais amorosas,
Vermelhas, bancas, cor-de-rosa.
Dos montes de areia fina surgiam castelos,
Das árvores altas e lisas trambolhões,
Das folhas de couve cozinhados belos,
Das camisolas soltavam-se os botões.
Com bonecas eu brincava,
Pequenas, grandes, de pano, plástico ou algodão,
Quando elas se estragavam aí é que eu chorava,
Eram a minha companhia, nas tardes de Primavera, Outono, Inverno e Verão.
Veterinária, médica, farmacêutica,
De tudo eu fazia,
Podia não parecer, mas isto é que era alegria autêntica,
Brincar, brincar, era isto todo o dia!
Agora, já sou uma rapariga mais crescidota,
Ando no 6º ano,
As bonecas já se foram,
Livros, cadernos, canetas, lápis e borrachas,
É este o meu presente,
Que há-de reservar o futuro,
É surpresa para toda a gente!
Ana Filipa Batista…
Eu quero…
Quero ter alguém para falar nas horas de solidão indesejada,
Quero libertar-me da mágoa, da tristeza, quando ela teima em me desassossegar,
Quero ter uma companhia, alguém que me compreenda e me dê o devido valor,
Apesar dos meus defeitos, daquilo que me qualifica negativamente,
Quero passar a perna à infelicidade quando ele me quer passar a perna a mim,
Quero ser feliz, sempre!
Quer ter alguém que me aconchegue as lágrimas,
Alguém com quem posso contar, para as alegrias e para as tristezas,
Quero ter amigos verdadeiros,
Quero viver a minha vida da melhor e mais correcta forma possível,
Quero ter paz, saúde e paciência, para poder prosseguir,
Quero um mundo melhor,
Um mundo em que não constem palavras horríveis,
Das quais são exemplos ódio, infelicidade e discriminação.
Quero isto mesmo sabendo que nem tudo é possível…
Quero deixar de ter que fazer de conta que estou feliz,
Quando na verdade só me apetece chorar,
Quero deixar de ter que sorrir quando só me apetece fechar no meu mundo,
Quero ter uma vida justa… feliz e proporcional ás minhas capacidades e possibilidades…
Quero libertar-me da mágoa, da tristeza, quando ela teima em me desassossegar,
Quero ter uma companhia, alguém que me compreenda e me dê o devido valor,
Apesar dos meus defeitos, daquilo que me qualifica negativamente,
Quero passar a perna à infelicidade quando ele me quer passar a perna a mim,
Quero ser feliz, sempre!
Quer ter alguém que me aconchegue as lágrimas,
Alguém com quem posso contar, para as alegrias e para as tristezas,
Quero ter amigos verdadeiros,
Quero viver a minha vida da melhor e mais correcta forma possível,
Quero ter paz, saúde e paciência, para poder prosseguir,
Quero um mundo melhor,
Um mundo em que não constem palavras horríveis,
Das quais são exemplos ódio, infelicidade e discriminação.
Quero isto mesmo sabendo que nem tudo é possível…
Quero deixar de ter que fazer de conta que estou feliz,
Quando na verdade só me apetece chorar,
Quero deixar de ter que sorrir quando só me apetece fechar no meu mundo,
Quero ter uma vida justa… feliz e proporcional ás minhas capacidades e possibilidades…
Solidão… é o pior caminho…
Às vezes sinto um vazio dentro de mim,
Sinto uma solidão que me entristece,
Sinto que estou sozinha,
Num mundo cinzento que eu não queria ter,
Mas infelizmente tenho,
Sinto saudades de falar com uma amiga,
De sentir o seu carinho,
Sinto saudades de ter uma companhia
Uma pessoa que me aconchegue,
Quando a nuvem cinzenta paira sobre mim…
Sinto um mundo distante de mim,
Sinto que sou apenas mais uma pessoa, vulgar,
Como muitas deste mundo,
Sinto as lágrimas a percorrer o meu rosto,
Sinto o meu coração a bater devagarinho,
Como se já não valesse a pena viver!
Sinto uma solidão que me entristece,
Sinto que estou sozinha,
Num mundo cinzento que eu não queria ter,
Mas infelizmente tenho,
Sinto saudades de falar com uma amiga,
De sentir o seu carinho,
Sinto saudades de ter uma companhia
Uma pessoa que me aconchegue,
Quando a nuvem cinzenta paira sobre mim…
Sinto um mundo distante de mim,
Sinto que sou apenas mais uma pessoa, vulgar,
Como muitas deste mundo,
Sinto as lágrimas a percorrer o meu rosto,
Sinto o meu coração a bater devagarinho,
Como se já não valesse a pena viver!
Estou de volta!!!
Olá pessoal,
bem, foram dois dias muito fixes, mas já terminaram, agora já só restam recordações e o cansaço da viagem! No entanto, voltei para publicar mais uns poemas, que tenho vindo a escrever.
Espero que continuem a gostar dos poemas que publico, apesar de uns serem mais tristes... mas a vida não são só coisas alegres!
bem, foram dois dias muito fixes, mas já terminaram, agora já só restam recordações e o cansaço da viagem! No entanto, voltei para publicar mais uns poemas, que tenho vindo a escrever.
Espero que continuem a gostar dos poemas que publico, apesar de uns serem mais tristes... mas a vida não são só coisas alegres!
terça-feira, 18 de maio de 2010
..... Assunto indefinido .... :)
Malta que tem vindo a seguir o blog, muito obrigada a todos, obrigada pelos comentários, pela participação na sondagem... tudo... espero que continuem a acompanhar o blog. Neste momento vou estar fora dois dias, motivo pelo qual ainda não tenho possibilidade de publicar novos poemas no blog...
Beijinhos a todos os que visitam este blog!
Ana... :)
Beijinhos a todos os que visitam este blog!
Ana... :)
sábado, 15 de maio de 2010
Vaguear nas causas perdidas!
Vagueio sozinha,
num dos muitos caminhos deste mundo,
parti à deriva em busca da felicidade,
e vejo-me agora tal e qual como parti,
sem o brilho dos teus olhos,
sem a ternura do teu olhar,
sem as tuas palavras doces a soarem aos meus ouvidos,
SEM TI!
No entanto não podia ficar,
deixaste-me perdida num vale de lágrimas,
mesmo sabendo que não sei nadar,
foste cruel, desumano até,
sem eu nunca o merecer,
puseste um ponto final na minha felicidade,
no meu sorriso, no meu raciocínio,
tive de afastar o meu pensamento de quem não o merece,
libertar-me de quem prendeu o meu coração,
ignorar quem por tanto tempo prendeu a minha atenção,
fugir, refugiar-me na minha concha,
Contentar-me com as memórias e convencer-me de que são apenas isso,
bons momentos do passado,
contigo ao meu lado!
num dos muitos caminhos deste mundo,
parti à deriva em busca da felicidade,
e vejo-me agora tal e qual como parti,
sem o brilho dos teus olhos,
sem a ternura do teu olhar,
sem as tuas palavras doces a soarem aos meus ouvidos,
SEM TI!
No entanto não podia ficar,
deixaste-me perdida num vale de lágrimas,
mesmo sabendo que não sei nadar,
foste cruel, desumano até,
sem eu nunca o merecer,
puseste um ponto final na minha felicidade,
no meu sorriso, no meu raciocínio,
tive de afastar o meu pensamento de quem não o merece,
libertar-me de quem prendeu o meu coração,
ignorar quem por tanto tempo prendeu a minha atenção,
fugir, refugiar-me na minha concha,
Contentar-me com as memórias e convencer-me de que são apenas isso,
bons momentos do passado,
contigo ao meu lado!
Momentos da infância!
Brincar, brincar e brincar sem fim…
Tudo dava uma boa brincadeira!
Mexer em tachos, frigideiras...
Cozinhar com folhinhas de hortelã e umas folhas de couve amolgadas,
Isso é que eram tardes passadas a cortar alimentos de que já ninguém se servia!
Nas tardes de Primavera costumava apanhar flores,
Na casa da minha avó cresciam muito umas ervinhas amarelas,
Às quais dei o nome de Primaveras, porque eram para mim o sinal do inicio da Primavera,
Mal chegava a Primavera os pássaros cantavam e as borboletas começavam a parecer em força,
Corria, corria para as apanhar… sem nunca conseguir!
Gostava de pegar nas listas telefónicas e começar a fazer de conta que era recepcionista!
Gostava de trepar às cerejeiras quando estavam carregadinhas de cerejas e sentar-me nos ramos a comer cerejas sem nunca as passar por água!
Gostava de sentar-me na varanda da minha avó a ver os peregrinos a passar e a desejar-lhes força para continuar o percurso…
Gostava de andar pela terra fora com um sachito a cavar… a cavar…
Gostava de fazer festinhas a todos os animais, gostava de correr atrás das pombas para as apanhar, gostava de ir deitar milho às galinhas e andar no meio delas a brincar!
Gostava de fazer castelos nos montes de areia que o meu avô comprava para as suas obras e depois deles estarem prontos ia buscar umas pedras, uns frutos já caídos chão e começava a decorar os castelos e os bolos de areia!
Gostava de puxar um carrito de mão que o meu avô tinha… muitas vezes puxava… puxava e ele nunca se mexia e aí lá vinha o avozito dar uma mãozinha!
Adorava pôr-me em cima do tractor e fazer de conta que o estava a conduzir, ou apanhar frutas e fingir que as estava a venda-las á beira da estrada, ou ainda pegar nas caixas de medicamentos vazias e fingir que era farmacêutica!
Era tão tontinha!!!
Gostava de roubar os óculos de sol aos meus pais e depois andar com eles…. E os saltos altos da mãe e da avó…. E fazer de senhora chique!
Fazer de má… de boa…. De vendedora…. De veterinária… de médica…. De farmacêutica, eu sei lá… era tudo o que me viesse ao pensamento!
Que felicidade que sentia ao fazer todas estas coisas, por mais absurdas que fossem deixavam-me feliz!
Tudo dava uma boa brincadeira!
Mexer em tachos, frigideiras...
Cozinhar com folhinhas de hortelã e umas folhas de couve amolgadas,
Isso é que eram tardes passadas a cortar alimentos de que já ninguém se servia!
Nas tardes de Primavera costumava apanhar flores,
Na casa da minha avó cresciam muito umas ervinhas amarelas,
Às quais dei o nome de Primaveras, porque eram para mim o sinal do inicio da Primavera,
Mal chegava a Primavera os pássaros cantavam e as borboletas começavam a parecer em força,
Corria, corria para as apanhar… sem nunca conseguir!
Gostava de pegar nas listas telefónicas e começar a fazer de conta que era recepcionista!
Gostava de trepar às cerejeiras quando estavam carregadinhas de cerejas e sentar-me nos ramos a comer cerejas sem nunca as passar por água!
Gostava de sentar-me na varanda da minha avó a ver os peregrinos a passar e a desejar-lhes força para continuar o percurso…
Gostava de andar pela terra fora com um sachito a cavar… a cavar…
Gostava de fazer festinhas a todos os animais, gostava de correr atrás das pombas para as apanhar, gostava de ir deitar milho às galinhas e andar no meio delas a brincar!
Gostava de fazer castelos nos montes de areia que o meu avô comprava para as suas obras e depois deles estarem prontos ia buscar umas pedras, uns frutos já caídos chão e começava a decorar os castelos e os bolos de areia!
Gostava de puxar um carrito de mão que o meu avô tinha… muitas vezes puxava… puxava e ele nunca se mexia e aí lá vinha o avozito dar uma mãozinha!
Adorava pôr-me em cima do tractor e fazer de conta que o estava a conduzir, ou apanhar frutas e fingir que as estava a venda-las á beira da estrada, ou ainda pegar nas caixas de medicamentos vazias e fingir que era farmacêutica!
Era tão tontinha!!!
Gostava de roubar os óculos de sol aos meus pais e depois andar com eles…. E os saltos altos da mãe e da avó…. E fazer de senhora chique!
Fazer de má… de boa…. De vendedora…. De veterinária… de médica…. De farmacêutica, eu sei lá… era tudo o que me viesse ao pensamento!
Que felicidade que sentia ao fazer todas estas coisas, por mais absurdas que fossem deixavam-me feliz!
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Tema indefinido!
Hoje peguei numa caneta e comecei a escrever,
Não sabia onde as palavras me iam levar,
Gostei da sensação, continuei…
Cada vez que a caneta se juntava ao papel letras surgiam
Das letras derivavam palavras, das palavras descendiam frases
Não sabia que se passava comigo… mas era algo de bom
Estava virada para a poesia…
As letras começavam a arrastar as minhas memórias para longe,
Quando dei por mim já ia no tempo mais que passado,
Memórias lindas, que merecem ser relembradas,
Tempos de pequena… que maravilha
Era bom escrever sem tema…
Escrever por iniciativa própria,
Com finalidade indefinida,
Era bom sentir que estava a recordar tempos passados,
Era bom sonhar com o que já passou,
Lembrar noites de trovoada, dias de sol intenso,
Mar, sol, brincadeira, sorrisos, amizades…
Como é bom lembrar… dizer e recordar…
Tempos que já lá foram e que bem podiam voltar!
Não sabia onde as palavras me iam levar,
Gostei da sensação, continuei…
Cada vez que a caneta se juntava ao papel letras surgiam
Das letras derivavam palavras, das palavras descendiam frases
Não sabia que se passava comigo… mas era algo de bom
Estava virada para a poesia…
As letras começavam a arrastar as minhas memórias para longe,
Quando dei por mim já ia no tempo mais que passado,
Memórias lindas, que merecem ser relembradas,
Tempos de pequena… que maravilha
Era bom escrever sem tema…
Escrever por iniciativa própria,
Com finalidade indefinida,
Era bom sentir que estava a recordar tempos passados,
Era bom sonhar com o que já passou,
Lembrar noites de trovoada, dias de sol intenso,
Mar, sol, brincadeira, sorrisos, amizades…
Como é bom lembrar… dizer e recordar…
Tempos que já lá foram e que bem podiam voltar!
A vida!
Muitas vezes aquilo que dizemos, pensamos, somos
É uma farsa que a vida nos obriga a criar
Uma máscara que muitas vezes nos leva ao deserto,
Quem somos verdadeiramente?
Dizer aquilo que nos apetece, ser nós próprios,
Ter liberdade, conhecer metas e ultrapassar obstáculos.
A dor é um obstáculo, muitas vezes intenso,
Vou quebrá-lo, esquecê-lo, pregar-lhe uma rasteira,
Vou ser safada por um dia e tirar esta máscara que todos vêm como sendo perfeita,
Vou arriscar, vou sair do mundo em que todos me vêm e mostrar quem sou, tal e qual,
Vou esquecer as aparências, vou esquecer os defeitos, vou-me libertar, vou gritar
Vou levar a vida com um sorriso, vou eliminar a dor, sei que tenho sempre um amigo por perto, um amigo que luta comigo, contra todas as dificuldades,
Ele partilha segredos comigo, é um tesouro!
Na vida temos oportunidade de nos manifestar, mas muitas vezes esquecemos,
Falamos quando é hora de silenciar,
Calamos quando é hora de nos manifestar,
Olho em meu redor, tudo está trocado,
A dor verdadeira é a dor da perda,
Perder algo ou alguém que nos é querido
É sempre difícil, mas eu sei que vou conseguir tudo isto ultrapassar,
Afinal tenho amigos que em tudo prometeram ajudar!
Nas horas de brincadeira, sorrisos, gargalhadas, tudo para contigo festejar,
Nas horas de dor, um abraço de uma amiga para te reconfortar,
Ou até mesmo uma massagenzita para relaxar,
Não há mal que sempre perdure, e com um amigo,
Ainda melhor, sempre que quiseres conta comigo,
Vou estar sempre de braços abertos para o que der e viver!
A vida “trama-nos” quando menos esperamos, de um momento para o outro
Os nossos alicerces podem desmoronar, de um momento para o outro tudo pode mudar,
A vida é um nome comum abstracto, é uma coisa indomável, e muitas vezes louca,
É uma verdadeira seca se a deixarmos ficar presa nos obstáculos, hoje tudo mudou, mas amanhã as coisas vão recompor-se, hoje caiu um alicerce, amanhã constuir-se-ão dois!
A vida corre e não espera que nós acordemos para ela,
Há uma vida para viver, um mundo para nos conhecer, mil amigos para nos reconfortar,
A solidão a ti não vai chegar, por que em nenhum momento eu a vou deixar aproximar (de ti)!
É uma farsa que a vida nos obriga a criar
Uma máscara que muitas vezes nos leva ao deserto,
Quem somos verdadeiramente?
Dizer aquilo que nos apetece, ser nós próprios,
Ter liberdade, conhecer metas e ultrapassar obstáculos.
A dor é um obstáculo, muitas vezes intenso,
Vou quebrá-lo, esquecê-lo, pregar-lhe uma rasteira,
Vou ser safada por um dia e tirar esta máscara que todos vêm como sendo perfeita,
Vou arriscar, vou sair do mundo em que todos me vêm e mostrar quem sou, tal e qual,
Vou esquecer as aparências, vou esquecer os defeitos, vou-me libertar, vou gritar
Vou levar a vida com um sorriso, vou eliminar a dor, sei que tenho sempre um amigo por perto, um amigo que luta comigo, contra todas as dificuldades,
Ele partilha segredos comigo, é um tesouro!
Na vida temos oportunidade de nos manifestar, mas muitas vezes esquecemos,
Falamos quando é hora de silenciar,
Calamos quando é hora de nos manifestar,
Olho em meu redor, tudo está trocado,
A dor verdadeira é a dor da perda,
Perder algo ou alguém que nos é querido
É sempre difícil, mas eu sei que vou conseguir tudo isto ultrapassar,
Afinal tenho amigos que em tudo prometeram ajudar!
Nas horas de brincadeira, sorrisos, gargalhadas, tudo para contigo festejar,
Nas horas de dor, um abraço de uma amiga para te reconfortar,
Ou até mesmo uma massagenzita para relaxar,
Não há mal que sempre perdure, e com um amigo,
Ainda melhor, sempre que quiseres conta comigo,
Vou estar sempre de braços abertos para o que der e viver!
A vida “trama-nos” quando menos esperamos, de um momento para o outro
Os nossos alicerces podem desmoronar, de um momento para o outro tudo pode mudar,
A vida é um nome comum abstracto, é uma coisa indomável, e muitas vezes louca,
É uma verdadeira seca se a deixarmos ficar presa nos obstáculos, hoje tudo mudou, mas amanhã as coisas vão recompor-se, hoje caiu um alicerce, amanhã constuir-se-ão dois!
A vida corre e não espera que nós acordemos para ela,
Há uma vida para viver, um mundo para nos conhecer, mil amigos para nos reconfortar,
A solidão a ti não vai chegar, por que em nenhum momento eu a vou deixar aproximar (de ti)!
Liberdade!
Estou presa num mundo,
Dele é dificil sair,
Por mais que me queira soltar,
Tento-me levantar, o corpo tende a cair
Abro as minhas asas, quero voar!
Olho o dia, está cinzento,
O sol desaparece e aparece como por magia,
O dia está chateado, até mesmo avarento,
Não se ouvem os ruídos nem a melodia,
O mundo vai calando,
As horas passam em vão,
Olho em meu redor nada se está manifestando,
Nem o dia está ajudando, reina a escuridão,
O mundo é um mistério,
Cada pessoa um ser,
A vida é um período sério,
Que muitos teimam em esquecer.
O sol é uma estrela,
A Terra um planeta,
A noite é a escuridão, uma vela, porque não acende-la?
A poesia é um papel e uma caneta!
Dele é dificil sair,
Por mais que me queira soltar,
Tento-me levantar, o corpo tende a cair
Abro as minhas asas, quero voar!
Olho o dia, está cinzento,
O sol desaparece e aparece como por magia,
O dia está chateado, até mesmo avarento,
Não se ouvem os ruídos nem a melodia,
O mundo vai calando,
As horas passam em vão,
Olho em meu redor nada se está manifestando,
Nem o dia está ajudando, reina a escuridão,
O mundo é um mistério,
Cada pessoa um ser,
A vida é um período sério,
Que muitos teimam em esquecer.
O sol é uma estrela,
A Terra um planeta,
A noite é a escuridão, uma vela, porque não acende-la?
A poesia é um papel e uma caneta!
O mar!
Pureza, frescura, liberdade,
É uma amostra do que sinto quando estou à beira mar,
Parece um sonho, as ondas descarregam na costa toda a agressividade,
O mar está calmo, está raivoso, está como a gente o entender,
Suave, misterioso, feroz, habilidoso…
A magia da areia envolvida nas ondas,
O cheiro a maresia, frescura me trás,
Quando estou triste, é para a praia que vou,
Sinto uma liberdade para me expressar,
O mar ajuda-me a acalmar!
Grito, choro, rio, brinco… faço tudo no mar!
As ondas calmas levam-me a flutuar.
Fecho os olhos e adormeço,
Quando os volto a abrir, assusto-me
Estou para lá do horizonte,
Ultrapassei marés, ventos, tempestades,
No entanto ESTOU VIVA!
Não sei onde estou, só sei que é no mar
Não sei se estou no Oceano Atlântico, Índico ou noutro…
Apenas me deixo levar, de onde eu vim a flutuar
O mar me há-de voltar a levar!
É uma amostra do que sinto quando estou à beira mar,
Parece um sonho, as ondas descarregam na costa toda a agressividade,
O mar está calmo, está raivoso, está como a gente o entender,
Suave, misterioso, feroz, habilidoso…
A magia da areia envolvida nas ondas,
O cheiro a maresia, frescura me trás,
Quando estou triste, é para a praia que vou,
Sinto uma liberdade para me expressar,
O mar ajuda-me a acalmar!
Grito, choro, rio, brinco… faço tudo no mar!
As ondas calmas levam-me a flutuar.
Fecho os olhos e adormeço,
Quando os volto a abrir, assusto-me
Estou para lá do horizonte,
Ultrapassei marés, ventos, tempestades,
No entanto ESTOU VIVA!
Não sei onde estou, só sei que é no mar
Não sei se estou no Oceano Atlântico, Índico ou noutro…
Apenas me deixo levar, de onde eu vim a flutuar
O mar me há-de voltar a levar!
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