quinta-feira, 13 de maio de 2010

Liberdade!

Estou presa num mundo,
Dele é dificil sair,
Por mais que me queira soltar,
Tento-me levantar, o corpo tende a cair
Abro as minhas asas, quero voar!
Olho o dia, está cinzento,
O sol desaparece e aparece como por magia,
O dia está chateado, até mesmo avarento,
Não se ouvem os ruídos nem a melodia,
O mundo vai calando,
As horas passam em vão,
Olho em meu redor nada se está manifestando,
Nem o dia está ajudando, reina a escuridão,
O mundo é um mistério,
Cada pessoa um ser,
A vida é um período sério,
Que muitos teimam em esquecer.
O sol é uma estrela,
A Terra um planeta,
A noite é a escuridão, uma vela, porque não acende-la?
A poesia é um papel e uma caneta!

O mar!

Pureza, frescura, liberdade,
É uma amostra do que sinto quando estou à beira mar,
Parece um sonho, as ondas descarregam na costa toda a agressividade,
O mar está calmo, está raivoso, está como a gente o entender,
Suave, misterioso, feroz, habilidoso…
A magia da areia envolvida nas ondas,
O cheiro a maresia, frescura me trás,
Quando estou triste, é para a praia que vou,
Sinto uma liberdade para me expressar,
O mar ajuda-me a acalmar!
Grito, choro, rio, brinco… faço tudo no mar!
As ondas calmas levam-me a flutuar.
Fecho os olhos e adormeço,
Quando os volto a abrir, assusto-me
Estou para lá do horizonte,
Ultrapassei marés, ventos, tempestades,
No entanto ESTOU VIVA!
Não sei onde estou, só sei que é no mar
Não sei se estou no Oceano Atlântico, Índico ou noutro…
Apenas me deixo levar, de onde eu vim a flutuar
O mar me há-de voltar a levar!